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Archive for junho \21\UTC 2006

Zeck

21 / junho / 2006 Deixe um comentário

Hagen, que era colega de infância de Zeck, decide entregar a bolsa de moedas para a irmã do falecido. Após procura, descobre que a moça, de nome Ana, é esposa de Zardan. O adivinho parece não gostar do irmão da esposa, e esta aparentemente não possuía mais contato com o irmão. Hagen retira de Zardan as mesmas informações que o resto do grupo já havia conseguido, mas nota o anel de serpente, que ele diz ser um ouroboros, e um tapete na casa que representa uma serpente alada multicolorida (vermelha, preta, amarela e azul). Segundo os donos da casa, Ana o comprou numa feira na cidade, de um mascate. Na feira, Hagen não encontra nem quem vendeu o tapete, nem quem vendeu o quadro ao coveiro.
Na taverna, Skaff, Lauren e Rurik encontram o xamã e vão falar com ele. Seu nome é Caminha Sozinho, e diz que a cura para Rurik está “aqui” (apontando para sua testa). Diz que as respostas estão onde os homens não vão, e que a serpente está em todos os lugares que eles vão. Cita também que não pode ajudá-los ainda, pois ainda falta encontrarem o “quinto”.
Quang Fei, um chinês, desperta nos campos de trigo à volta da cidade. Após tentar descobrir onde está (sim, ele entende as pessoas e vice-versa!), dirige-se até os muros de Howlet.
Hagen, indo ao encontro dos outros, vê o chinês mendigando e como este chama muita atenção e mostra-se muito solicito, paga-lhe uma refeição. Na taverna, trocam as informações, e Hagen acredita que o termo “quinto” refira-se aos forasteiros na cidade (Rurik, Skaff, o xamã, Lauren, e agora Quang Fei). Com isso, o grupo adota Quang Fei, enquanto esse fica com eles já que eles lhe dão comida.

Hagen é chamado pelo Capitão da Guarda para observar um fato no corpo de Zeck: a mancha negra em sua língua. Testemunhas dizem tê-lo visto falando com uma mulher na noite de sua morte. Lauren vai até a biblioteca, e descobre a existência de túneis subterrâneos sob a cidade, na parte mais antiga, onde fica o castelo do Duque. Ela faz mapas dos túneis e da cidade.
No dia seguinte, Lauren mostra os desenhos a Hagen, que descobre que as muralhas da cidade formam o desenho da serpente mordendo a cauda. Rurik, Skaff e Quang Fei vão até uma audiência com o sumo-sacerdote de Heirouneous, onde Rurik se recusa a se converter, e sendo assim lhe é negada a cura do mal da mancha negra. Um dos paladinos sugere a Skaff que adote Quang como escudeiro. O paladino mal-humorado possui o símbolo da serpente na espada e o sumo sacerdote possui o anel da serpente. Lauren e Hagen vão até a biblioteca, procurar a serpente por lá. Descobrem que o brasão do Duque é um filhote de dragão em negro (que tem a aparência de uma serpente alada) em fundo vermelho, presente em todos os retratos da família nobre. O grupo se reencontra na biblioteca e começam a planejar investigar o cemitério. Hagen desaprova a idéia e vai para a guarda dormir. Lauren é abordada por um mendigo, que se revela um mensageiro da Guilda de Ladrões: ela deve se encontrar com o homem que a “recrutou”, atrás da taverna. Skaff decide ir para o templo, Lauren diz que vai rezar (mas vai até o homem mascarado e conta sobre as investigações de Hagen; o homem diz para ela atrapalhar qualquer investigação dele), Rurik e Quang vão ao cemitério.

Hagen ao invés de ir dormir, pega um cavalo com Péricles e vai até o local da morte do paladino, lá ele encontra uma trilha que leva até uma figura similar ao xamã, que entra numa caverna, onde outros como ele adoram uma serpente alada gigante, à qual eles oferecem uma criança para ser devorada. Hagen volta, e encontra o xamã perto de seu cavalo. Travam combate, e Hagen mata o xamã (que se transforma numa figura humanóide negra e sem feições enquanto é absorvida pelo solo), mas ao virar-se, o vê entrando na floresta.
No cemitério, descobrem que vários mortos se levantaram do túmulo (entre eles Zeck), e são atacados pelos mortos. Rurik deixa Quang cuidando dos portões do cemitério, e corre para o templo pedir ajuda. Hagen dirige-se ao templo para devolver o cavalo, e decide ir com Skaff e Rurik ao cemitério. Péricles vai chamar a guarda. Não há nenhum outro clérigo ou paladino no templo nessa noite.

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Howlet II

1 / junho / 2006 Deixe um comentário

O corpo da mulher do sapateiro desaparece da cova, o sapateiro acusa Hagen de tê-lo roubado. O investigador só fica livre sob a tutela de Skaff. O grupo, perante esse acontecimento, convencem os sacerdotes a abrir o túmulo do paladino morto. Quando isso é feito, o cadáver se levanta e ataca Hagen.
O grupo vai até um vidente conhecido como charlatão na cidade, e ele fala a eles sobre o xamã, dizendo que pode ter sido ele que roubou o corpo, e que o corpo foi carregado para um local escuro sob a terra.
Nessa noite, visitam o coveiro do cemitério, que conta como o túmulo da mulher do sapateiro estava meio-coberto quando ele o encontrou, como havia pegadas direcionando-se para a saída do cemitério, e que o agente funerário pegou seu caixão para revender. Notam um quadro com uma serpente colorida com asas na casa do coveiro. Hagen entra num poço de água próximo à saída do cemitério, procurando algum tipo de passagem subterrânea.
No dia seguinte, vão até o alquimista do Duque, que diz que há uma aura de transmutação no alcatrão, mas que isso faz apenas com que ele se espalhe através de substâncias orgânicas. Hagen nota um anel representando uma cobra de prata mordendo a própria cauda, com um olho de rubi na mão do alquimista. Mais tarde, percebem que o vidente Zardan e o Capitão da Guarda possuem um anel similar. Hagen e Rurik percebem que há algo diferente na taverna: além da mudança do nome, as mesas antes redondas agora são quadradas! Mais ninguém parece notar isso. Os guardas dizem nunca ter visto o xamã entrar ou sair da cidade. Hagen deixa um recado de que quer falar com Zeck.

Na manhã seguinte, todos menos Hagen vão até a funerária tentar encontrar o caixão da mulher do sapateiro, mas arranjam uma confusão com o dono do lugar que desmente a acusação. Tudo é resolvido pelo próprio capitão da guarda, que quase os prende.
Pela manhã, os policiais encontram um corpo próximo a taverna: trata-se de Zeck, degolado. Ele procurou por Hagen na taverna à noite, mas ninguém lá parece saber de nada. Ele ainda encontrava-se com uma bolsa de moedas.

Informação faltante:

Na noite anterior à manhã em que encontraram o corpo de Zeck, Hagen ia pelas ruas à noite, seguindo para o corpo da guarda, quando ouve um grasnar que parece chamar seu nome. Quando ele se vira, vê um corvo pousado no parapeito de uma janela. O animal cruza a rua, pousa em outro telhado e volta a grasnar o nome dele. No fim da quadra, o detetive vê o xamã parado no escuro. O investigador corre até o homem, mas quando chega lá não encontra ninguém. Ao se virar, ele dá de encontro com o xamã nas suas costas, o qual segura seus ombros e energicamente lhe diz: “Desperte para a verdade”.

Sonho do Hagen:

Na mesma noite do encontro com o xamã, Hagen tem um sonho: ele acorda em uma cama simples, em uma sala de teto alto, com uma porta de aço e uma janela pequena com grades próxima ao teto. Dentro da sala, ele pode escutar uma cacofonia de sons, gritos e vozes humanas, que o remete a pensamentos de loucura. No lençol da cama, ele pode vislumbrar algo escrito, porém é acordado pelo Chefe da Guarda no momento em que ia ler.
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Howlet I

1 / junho / 2006 Deixe um comentário

Nossa história tem inicio com a chegada de Rurik na cidade de Howlet. Um bárbaro salteador que fugiu após a morte de todos os seus companheiros em um ataque a alguns viajantes. A avançada e murada cidade de Howlet é protegida por uma força policial bem-estruturada, da qual faz parte Hagen Hein-Mark, que intercepta o curioso bárbaro na entrada da cidade para mantê-lo “à par da lei”. Hagen esperava um paladino, Skaff, que traria o corpo de seu mestre, morto em um ataque à carruagem da sobrinha do Duque de Howlet, à qual eles defendiam.
Hagen deveria investigar os ataques de salteadores que tem havido recentemente, e encontrar o assassino do paladino. Na flechada que matou o paladino, encontraram uma mancha negra que se espalhava pelos seus tecidos e roupas. Hagen pegou a flecha e amostras da substância negra pegajosa. O paladino é enterrado no Templo de Heirouneous.
Hagen leva a amostra ao alquimista do Duque e entrega uma segunda a um contato seu no submundo, ficando com uma terceira parte da amostra.
Na taverna, Skaff e Hagen estão bebendo, quando Rurik, que conhece apenas o policial que o abordou, sentou à mesa com eles. Conversavam, quando notaram um estranho nômade sentado em um canto isolado. O taverneiro disse que esse homem nunca falava com ninguém e ninguém sabia quem ele era ou o que vinha fazer na cidade. Pagava suas contas com pepitas de ouro.
Rurik se hospeda numa estalagem muito pobre, sem trancas nas portas.
No dia seguinte, os três homens voltam a encontrar-se na taverna, quando o contato de Hagen, Zeck, traz as respostas: um especialista em venenos da guilda de ladrões disse não conseguir identificar a substância, e acredita ser algo mágico.
O alquimista do Duque diz que a substância trata-se de alcatrão, apesar da característica de se espalhar não é comum ao alcatrão. Quando indagado sobre a presença de magia, ele diz não ter pesquisado isso, mas pede então uma segunda amostra para fazê-lo, pegando-a das restantes com Hagen.

Naquela noite, Rurik presencia o assassinato da mulher de um sapateiro quando seguia o nômade (que desaparece nas ruas), e descobre que o assassino trata-se de um de seus companheiros mortos. Travam combate, o assassino é morto e Rurik cai inconsciente.
Os policiais prendem Rurik, encontrado ao lado de dois cadáveres. Os ferimentos de Rurik estão com a mesma substância negra do paladino morto. O bárbaro é liberto, mas mantido sob a guarda de Hagen. Um sacerdote de Heirouneous, Péricles, suja seus dedos com a substância fazendo curativos em Rurik. Hagen e Skaff vão até a casa do sapateiro, e Hagen pede permissão para ver o corpo da mulher morta, pedido ao qual o sapateiro reage com raiva. Skaff pergunta se o corpo tinha manchas negras, e a resposta é sim. Vão até a funerária, e o agente funerário lhes diz que o assassino também tinha uma cicatriz manchada no peito, mas que era antiga (segundo Rurik, do golpe que matou seu companheiro). Na taverna, o investigador vai até a mesa do nômade (que Rurik diz parecer um xamã) e encontra o entalhe tosco de uma serpente alada.
Nessa noite, chega à cidade a meia-elfa Lauren. Nova no local, ela percebe a conversa estranha de Hagen e os demais na taverna e fica curiosa. Quando ela sai, um homem a aborda, dizendo-se da guilda de ladrões, e a ameaça, reconhecendo-a como uma ladra. Diz que ela deve espionar Hagen, que está se metendo onde não deve, e dizer-lhe tudo quando ele procurá-la novamente. Ela hospeda-se na mesma estalagem que Rurik.
Pela manhã, Rurik e Lauren fazem amizade no desjejum. Lauren sai para tentar invadir a casa de Hagen, mas desiste quando um homem a vê. Encontra Rurik na rua, mais tarde, e Hagen e Skaff acabam os encontrando. Vão todos juntos à biblioteca pesquisar sobre a serpente alada, e nada encontram. O xamã aparece na biblioteca, mas desaparece entre as estantes.

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