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Primeiro encontro com Lorde Soth

No dia seguinte, Lauren e Rurik saem para fazer compras na cidade. No caminho, passam pela cena da batalha antes mesmo da cidade despertar, mas não encontram nada além das manchas de sangue. Na estalagem, o corpo do falso cavalariço também não se encontra mais lá. Eles compram ferramentas, e Rurik compra uma mortalha negra para si.
O grupo se encontra, e Hagen leva Rurik e Lauren ao encontro da mulher que dizem ser a bruxa, para pedir-lhe auxilio, mas ela nega saber qualquer coisa sobre a fé de Hala. Quando fica a sós com Rurik, diz para que ele retorne à noite para que ela o ajude.
O grupo dirige-se à taverna para jantar, como combinado. Entretanto, a caminho da taverna, Skaff passa por uma estranha experiência: enquanto caminha pelas ruas, toda a cidade parece desaparecer, dando lugar a um grande espaço negro, todo coberto de teias de aranha, com uma miríade de luzes coloridas no horizonte. Nessa planície de escuridão, ele pode enxergar seus companheiros, assim como a Serpente Alada, esta como que acuada pela presença de quatro figuras que cruzam os céus como um cometa. São essas figuras quatro cavaleiros montados, de aparência apavorante, que aterrorizam o coração do paladino. Ao passar das criaturas, Skaff nota uma figura de “escuridão brilhante” levantando-se muito ao longe (apesar disso, Skaff pode vê-lo com muita clareza). Ele diz “Quem ousa me acordar?”, com uma voz fria e apavorante que parece vir de dentro de uma caverna, e aparenta como um grande cavaleiro usando uma armadura antiga, queimada, com uma rosa negra no peito, seus olhos são dois pontos de luz rubra no interior de seu elmo. Então, tudo retorna ao normal. Na taverna, quando as novidades são contadas a todos, Hagen diz que essa figura trata-se de Lord Soth, entretanto ele não faz idéia de quem é essa pessoa, ou como sabe disso, como se essa figura não devesse existir. Skaff também se lembra de um conflito entre um lich e um vampiro, e de ser natural de um lugar chamado Tovag.

Nessa noite, Lauren coloca a máscara do falso cavalariço e segue o Capitão da Guarda. Ele entra em uma casa próxima da praça, com uma chave própria, entretanto nenhuma luz se acende lá dentro. Em um intervalo de uma hora, em torno de dez pessoas adentram o local da mesma forma, mas a meia-elfa adormece e só desperta pela manhã, não vendo mais nada, e descobrindo que não pode mais retirar a máscara. Nesse meio tempo, Rurik vai até a bruxa de Hala, que lhe cura dos ferimentos e consegue retirar-lhe as manchas negras com uma espécie de poção. Rurik queima suas roupas e armadura contaminadas e quando está agradecendo à velha mulher, a substância negra “pula” pra fora de suas cicatrizes, que se reabrem, atingindo o rosto da mulher. Ela cai dentro de sua lareira, derramando o conteúdo de seu caldeirão sobre si mesma, o que apaga as chamas, enquanto seu corpo é rapidamente tomado pela coisa negra. Seu corpo seca, como se mumificado, e sua carne fica toda enegrecida enquanto ela morre. As manchas de Rurik também retornam imediatamente, maiores que antes. Os filhos da mulher observam a cena, despertados pelos gritos da mãe. Rurik tenta acalmá-los e os leva para o quarto, saindo logo em seguida com o corpo da bruxa e enterrando-o no cemitério. Skaff passa a noite pesquisando sobre Soth e Tovag, mas não encontra nenhuma menção.

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Categorias:Resumo - Igor
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