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Vitimas…

Os vizinhos da moça desaparecida dizem que o pai a explorava, e ela era uma boa garota.
Continuando suas buscas, o grupo vai até o local de um dos crimes, um beco sem saída na cidade. Lá, não encontraram nada que pudesse realmente desvendar o mistério, apenas algumas manchas de sangue e vestígios de que o local é ocupado por sem-tetos.
O segundo local onde foi encontrado um dos corpos era na beira de um rio. Devido à passagem do tempo, mais nenhuma pista pode ser recolhida, mas a margem barrosa possui marcas de que o lugar é utilizado para saciar a sede de cavalos.
Na casa da segunda vitima, ao chegar o grupo descobre não se tratar de uma família pobre como as demais. Apesar de não ser um aristocrata, o marido da vitima é um artesão aparentemente conceituado e bem de vida, um cuteleiro. Ao atender a porta, ele se identificou como marido da mulher morta, mas não quis dar nenhum depoimento. Hagen deixou o endereço da taverna, caso ele queira depor.
Na terceira casa, encontram apenas a sogra da vítima, uma senhora idosa e aparentemente de bom coração. Ela conta que seu filho, o marido da vitima também foi assassinado, mais de uma semana após a morte de sua esposa, devido a uma briga numa taverna (a Cocho Dourado) ao defender a reputação de sua mulher. Até onde puderam investigar, a mulher era séria e fiel, mas o Sr. Libs, nas lavouras de quem ela trabalhava, freqüentemente a assediava. As pessoas distorciam a situação e insinuavam que ela possuía um caso com o aristocrata. Ela fora morta nas terras dos Libs.

Na propriedade dos Libs, o grupo conversa com o capataz das lavouras antes de falar com o dono da propriedade. O homem parece não querer prejudicar seu patrão, e evita falar demais, mas acaba contando para Hagen que o Sr. Libs é um mulherengo sem cura, e que ele vive assediando as mulheres que trabalham para ele. Diz também que a maioria acaba cedendo, pois ninguém quer a inimizade ou ira de alguém tão rico, mas a ultima vitima era extremamente franca e determinada, rechaçando o homem veementemente. O capataz os leva até a mansão, onde o Sr. Libs aceita recebê-los. Apenas Hagen, Skaff, Victor e Quang Fei entram, Rurik e Lauren esperam do lado de fora, e a ladra decide esperar na cena do crime.
O Sr. Libs é um homem de meia idade, levemente acima do peso, de cabelos longos e bigode, ambos negros, que se traja muito bem dentro dos costumes locais. Ele recebe os visitantes muito cordialmente, não parecendo nada apressado e não medindo esforços para deixá-los à vontade (apesar de tratar apenas com Hagen e Skaff, pois acredita que os outros dois sejam servos destes). A conversa se dá na biblioteca da mansão, e o anfitrião parece não querer esconder nada. Perceptivelmente, ele trata deforma insidiosa suas empregadas. Ele sela dois cavalos para Hagen e Skaff, e vai com eles até a cena do crime. Lá, quando encontra Lauren, o ricaço trata de flertar com ela. Na cena do crime, eles notam que houve luta, a mulher deve ter sido arremessada contra a mureta de demarcação das terras antes de ser morta, devido a uma mancha de sangue. Há pegadas de perseguição, da mulher e de outra pessoa, provavelmente um homem usando botas, os rastros vêm de fora da propriedade até este local. As marcas de bota mostram um pé com salto e outro sem salto. O grupo se despede, e fica acertado deles aparecem novamente quando quiserem, desde que tragam a moça (Lauren) junto e não a deixem esperando do lado de fora.

O grupo volta até a cidade, mas não encontram Rurik, que voltou sozinho para a cidade antes do resto. Todos vão dormir, apenas Lauren e Quang Fei saem para alimentar os menos afortunados. Lauren na realidade aproveita a situação para alertar todos sobre o “clérigo de Malar”.
A inimaginável dupla vai até o beco onde ocorreu um dos crimes, onde encontraram seis mendigos. Entretanto, cinco deles decidem atacar a dupla. Após alguma conversa fica claro que não querem nada com o chinês, mas pretendem violentar a meio-elfa. Obviamente, o monge não permite tal situação e facilmente combate os indigentes mal-intencionados. A ladra mata um deles. Quang Fei dá um sermão, e interroga sobre o crime no local. Eles dizem não terem culpa nenhuma, que quem matou foi uma sombra maligna, grande e de forma humanóide, que trouxe a mulher carregada até o local ainda viva, e a matou nesse local. Dizem não ter visto mais nada além disso.

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