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O retorno – Parte III de III

O dia tem sido horrivel, todos estão cansados mental e fisicamente, além do mais agora o circo está acampado bem próximo, por tudo o que aconteceu durante esse dia, todos vão dormir, deixando a primeira ronda com Lauren. Ela não tem tempo de planejar nada, e na tentativa de que ninguém descubra o que está havendo comete um “erro”. O corvo, familiar do mago meio vistani, está pousado em cima de sua barraca, de guarda. Desde o sonho, os corvos desse mundo infernal sempre demonstram saber muito mais “truques” do que devem, portanto a maio-elfa tem que se livrar da única testemunha. Ela pede para Rocky para que ele espante o corvo para longe “para que ninguém veja o que vai acontecer”. O Racoon espanta o corvo para um lugar longe e arranca os seus olhos para que ele não veja nada. O mago acorda sentindo a agonia que seu familiar transmite através de sua ligação psiquica e sai da barraca para ir atrás do animal.

Lauren fica ali sentada imaginando o que fazer agora que um havia acordado, mas não há tempo. Tudo está silencioso. Ela faz um sinal apra Harvard de que alguém está andando por aí, mas ele não liga e diz para irem logo. Ele pega o corpo de Victor e os dois vão para o bosque.

No acampamento enquanto Rocky se deita perto da fogueira e aguarda o retorno de Lauren, Marx chega, com seu corvo morto nas mãos. Ele acorda a todos quando dá por falta da meio-elfa e percebe que o lugar está envolto numa magia de silêncio. Ele insinua que a culpa de seu bicho estar morto é dela. Rurik então sente o cheiro de Harvard e encontra suas pegadas, além de dar falta do corpo de Victor. Ele começa a seguir a trilha, e afirma que Harvard é capaz de tê-la levado sem que ninguém tenha percebido, mesmo que não haja sinais de briga nem pegadas de Lauren. Enquanto isso acontece, Rocky avisa Lauren que estão sendo seguidos.

Harvard dá o corpo de Victor para que Lauren segure e começa a tirar seu manto. Na frente dela, ele se transforma num lobo gigante e ordena que ela suba em suas costas para que eles possam andar mais rápido que os outros. Rurik percebe que houve uma mudança nas pegadas, e sabe que eles estão indo muito mais rápido do que a maioria consegue acompanhar. Ele resolve usar seu lobo para ir atrás do clérigo maligno, mas volta ao acampamento para buscar a espada do pai de Victor. Quando ele entra na cabana, começa a ouvir uma canção de ninar que o faz lembrar da Terra dos Pesadelos. Lá fora encontra o guaxinim cantando e olhando para ele. O bárbaro se assusta e se irrita, e parte para cima do animal, pronto pra lhe acertar um chute quando este começa a falar “Não é isso que nosso mestre deseja…“. Ainda mais assustado o bárbaro para bruscamente e começa a ouvir “A minha função é acompanhar a mulher. Ela quer o amigo de volta“. Rurik então compreende e continua para encontrar Harvard, esperando que ele já tenha terminado quando ele achá-lo.

Muito afrente dos outros, numa clareira iluminada pela Lua Harvard para. Ele começa a o ritual falando de um modo incompreenssível, O sacerdote pede prata em pó à Lauren, que é misturada com água e espergida em Victor. Uma parte do ritual é terminada com um uivo muito alto, que atrai dúzias de lobos, que cercam os três e observam tudo. Harvard pega então um dos diamantes e coloca na testa do arquivista, e a medida que Harvard continua suas orações ele é absorvido por seu corpo.

Lauren segura a mão e a testa de Victor e ora para que a sorte faça com que aquilo tudo de certo. De olhos fechados mas imaginando a terrivel presença de todas as criaturas que estão ali os cercando.

Então, Victor acorda…

Lauren tenta esconder a princípio o que aconteceu, para evitar o choque de Victor. Ele pergunta se ele conseguiu salvar as crianças, se Rurik o machucou muito, a quanto tempo ele esteve dormindo… Ela dá resposta a la Lauren, mas no meio da conversa Harvard interrompe, já como humano novamente. Victor senta-se espantado e percebe que estão cercados também.

“Você me deve sua vida rapaz”, Harvard avisa e vai embora. Os lobos abrem caminho e depois o seguem.

Victor fica em silêncio, e começa a desenhar um símbolo de Mystra na neve, de repente ele o apaga e começa a fazer outro. O símbolo que há em sua espada, do Deus Paladine.

Lauren não entende o silêncio de Victor e começa a chorar e lamentar o que fez. Desde o início ela sabia que não era o certo. Quando eles trouxeram Skaff de volta, isso parecia tão importante para todo o resto do grupo que seu apoio era inevitável, até mesmo a ponto de convencer Hagen de que também devia participar de tudo. Desta vez não, tinha sido uma decisão sua! Indo contra tudo o que sua mãe e seu pai lhe ensinaram, sobre o valor da vida e da morte, do equilibrio e da não interferência. Além disso, teria que pedir isso a Harvard, o homem que jurou que irá lhe usar como isca e que mata pessoas a sua volta para lhe aterrorizar. Mas seria a pior coisa trair seus próprios princípios morais, ou continuar com toda as ‘obrigações’ de salvar a Terra das Brumas da presença dos cavaleiros, continuar até o encontro com Hyde e os problemas que enfrentam no caminho, continuar a procurar uma saída desse mundo, ou apenas continuar a viver ali sem a única pessoa que nunca a julgou como uma bandida… Não! Ela não ia deixar isso acontecer, ela ia trazê-lo de volta, mas agora… tudo não parecia mais tão simples como antes…

Pouco tempo depois, Rurik, Marx e Skaff, chegam à clareira e vêem Victor vivo.

Skaff demora até se tocar do que está vendo.

Rurik entrega a espada de Victor e pede desculpas pelo que fez. Aí começa a “farejar” Harvard, mas Victor interrompe sua tentativa de ir atrás do clérigo.
“Eu preciso descançar, vamos embora…” – Ele dá a mão para que Lauren se levante de onde está e dirige os demais para a trilha.

Todos chegam de novo ao acampamento e dormem depois de um dia típico na vida de um grupo de aventureiros..

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Categorias:Resumo
  1. 8 / agosto / 2008 às 11:08 pm

    Aquela conversa sobre neutralidade na taverna nas primeiras aventuras valeram um save point ein yuuji!? xD

    Mas o melhor mesmo, foi o que eu não coloquei no texto…

    O Victor acordado, com a roupa trocada no meio do mato, olhando pro Harvard peladão dizendo “Então, terminou? Você me deve sua vida ein rapaz!”

  2. Igor
    9 / agosto / 2008 às 5:18 am

    Faltou dizer que quem matou o familiar do Marx foi… o próprio Marx!

    Vai ganhar um diabrete na próxiam vez que invocar um!

  3. 9 / agosto / 2008 às 5:31 pm

    Foi?! xD

    Tá certo que eu não quero admitir a culpa pq eu não mandei o ROcky matar ele, era só pra assustar, mas esse eu não entendi…

  4. Igor
    15 / agosto / 2008 às 4:42 am

    Pois é, ele achou que era melhor ter uma familiar morto a um familiar cego…

  5. 15 / agosto / 2008 às 8:26 pm

    Ei… Se o rocky ficar cego ele ve pelos olhos da Lauren? o_o”

  6. Igor
    16 / agosto / 2008 às 5:49 am

    Pode ver sim.

  7. Yuuji
    18 / agosto / 2008 às 8:36 pm

    Credo!!!! o cara matou o próprio familiar!??! Esse gosta de ganhar poderes de graça mesmo!

    Acho que esqueceram de descrever a ligação que os magos e feiticeiros tem com seus familiares.

    Tipow… meu… é quase que nem matar um irmão gêmeo que sempre te ajudou.

  8. 18 / agosto / 2008 às 9:50 pm

    Pois é, eu esqueci de escrever, mas foi mais ou menos assim:

    O Marx foi atrás do bicho dele que tava sofrendo e “dizendo” que estava sendo atacado por uma coisa que ele não conseguia ver o que era.

    Dai quando ele encontrou o corvo, ele tava no chão sem os olhos.
    Aí como ele tava cego o Marx matou ele. Foi isso..

    Se fosse eu pedia cura pros clérigos… hahahah
    Aliás.. eu já fiz isso uma vez… quando o rocky ficou machucado depois de brigar com uns corvos na Baróvia.

  9. Igor
    19 / agosto / 2008 às 2:39 am

    Pois é Yuuji… Ele teve sorte de passar no Teste de Poder, mas como eu disse, da próxima vez que ele invocar um familiar, ganha um diabrete.

  10. Yuuji
    20 / agosto / 2008 às 3:01 pm

    Eu achei que era passível de ganhar automático… bom… acho que ele não vai chamar mais um familiar… ou o familiar vai matar ele quando ele estiver sego.
    … é claro que ele estará sego com uma ajudinha do diabre… ops digo familiar.

    Brincadeirinha… hehehehe

  11. Yuuji
    21 / agosto / 2008 às 9:34 pm

    *cego

  12. 21 / agosto / 2008 às 9:38 pm

    heuheuheuheuheu…. xD

  13. Igor
    22 / agosto / 2008 às 9:27 pm

    ainda bem que vc percebeu e deu um “geito” né Yuuji?

    Huahauahauhau!

  14. Yuuji
    27 / agosto / 2008 às 8:07 pm

    Sim… sim… eu sou mestre neste meu “geitinho”.

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