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A dor da culpa…

Estamos finalmente acampados. Nessa espera pelo sono Rurik decide se desculpar com Victor. O arquivista aceita suas desculpas e inicia uma conversa sobre a condição do bárbaro, sobre como acabar com a maldição que ele carrega desde que foi tocado pela múmia na Baróvia.

Lauren que ainda está torta de bêbada é convencida de que colocar armadilhas em torno do acampamento não é necessário por hoje, então vai dormir e se recuperar da última tentativa de “balance” de quando tentou descer do cavalo sozinha.

Talvez ela seja a única que não está experimentando, ou não saiba, das agradáveis sensações que só Sithicus trás pra você. Todos ali, sentem-se ainda culpados e angustiados pelos seus passados sombrios. Isso causa uma estranheza… Parece que todos sabem que você está se sentindo culpado, ou sentem vergonha de encará-lo, quando na verdade essa aparência é só porque cada um deles tenta se esconder dos outros.

Mas para não deixar os demais frustrados, contemos a verdade. A meio-elfa acorda no meio da noite, de ressaca e pronta para levar sermões de Victor. Primeiramente ela pergunta se ele está zangado por ela tê-lo trazido de volta. Mas ele diz que não, só que ela não precisa se associar novamente com o clérigo maligno e repetir o erro de quando ela o conheceu. Que as pessoas podem escolher fazer o certo etc etc.. (Que eu já esqueci pq fazem 3 semanas que a sessão aconteceu.. ) Mas encurtando a história.. Victor demonstra quanto é importante pra ele a história e honra de seu pai e do Deus Paladine.

Só não conta nesta hora as informações medonhas que era bom se ele tivesse contado antes, pra que os aventureiros fossem acostumando os nervos ou fugissem, mas isso é conversa pro outro dia, porque nesta noite…

Dimitri, ou como ele é conhecido hoje, chega a Sithicus. Como toda criatura que tem um nome próprio citado nessa narrativa, este jovem não tem uma vida de comercial de margarina light. Dimitri é meio-vistani, meio-dhampir, meio-calabreza. E como os habitos de um dhampir não são lá muito convencionais (tipo tomar sangue pra sobreviver ãh ãh..) a rauni da sua tribo lhe deu um prazo. Depois de certo tempo ela não esconderia mais o seu segredo e seu protegido teria que seguir seu rumo na vida.

Unindo o útil ao agradável e inúmeros outros chavões que se apliquem, Dimitri andou bastante por aí até cair na terra dos elfos. E como todo não elfo que pisa em Sithicus ele foi desdenhado, ignorado, mal-tratado, mal-atendido e mal-entendido. Graças aos poderes sombrios, apesar de tudo ele tem boa aparência (nem parece um half-vistani) e muito carisma (parece que nem percebe que tá no inferno). E nessa noite, enquanto se alimentava na taverna Dimitri conhece Alanor. Um elfo de diz gostar bastante de música, poesia e artes, e demonstra um interesse incomum nele (pelo menos é bem diferente do que TODOS os outros nessa cidade).

Alanor convida Dimitri para uma reuniãozinha de amigos no meio do bosque, agora a noite. Ele guia o viajante por uma trilha estranha, e Dimitri se preocupa em não demonstrar que pode enxergar no escuro durante a caminhada, além de estar bem atento as armas que o elfo pálido carrega. Além disso nessas e outras também nota que seu amigo não deixa pegadas no chão, assim como os demais elfos que ele virá a conhecer. A festa inicia a medida que os outros elfos chegam. Uma fogueira é acesa e eles dançam e festejam até que ela se apague, mas não que Dimitri tenha conseguido ver o que acontecia, pois estava bebado demais para notar. Ele experimentou de uma bebida que eles todos compartilhavam e que era irresistível, muito boa e lhes causavam alucinações.

A festa não para, somente para Dimitri que já não consegue ficar em pé de tanta exaustão…

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Categorias:Resumo
  1. 26 / agosto / 2008 às 3:19 pm

    No resumo dessa sessão poderia entrar a descrição da clareira, com as pedras com runas e etc, mas eu vou colocar na sessão posterior, onde tem mais gente vendo o local.

  2. Yuuji
    27 / agosto / 2008 às 8:14 pm

    Ué?!? Quem tá jogando com um Dampir?!? O Neto? O Alan?

  3. 27 / agosto / 2008 às 8:21 pm

    O Neto.. o Alan é o Bardo que apareceu na vila e virou fã do Rurik…

  4. Yuuji
    28 / agosto / 2008 às 9:50 pm

    Vixe… tinha que ser. huhauahuahauha

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