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Última sessão

14 / novembro / 2010 Deixe um comentário

Então pessoas, pulando quase um ano de resumos atrasados (que quem sabe um dia com muita vontade serão escritos), estou colocando algumas fotos da última sessão em que o grupo enfrentou finalmentel o Demi-lich e a morte em pessoa, no último ritual o da Peste.

O Timeline, a fonte mais atualizada até então dos acontecimentos, pode dar uma visão melhor dos acontecimentos, para os que cairem aqui de para-quedas. Infelizmente entre os primeiros relatos e a continuidade no arquivos realmente existe um enorme buraco que é difícil de compreender para quem não estava na mesa conosco, ainda assim agradeço qualquer visita “estranha” que chegue aqui atrás de informações sobre RPG e o Cenário de Ravenloft.

O restante das fotos pode ser visto aqui. E mais resumos estrahos podem ser encontrados na comunidade montada no Orkut.

Categorias:Arquivos, OFF, Resumo Tosco

Kobold bom é Kobold morto! – I de II

29 / janeiro / 2010 3 comentários

Saindo das fronteiras da Falkovnia nós ficamos mais relaxados, estamos em Darkon. Lauren leva o Halfling resgatado do ritual até perto de sua vila. Então todos vão encontrar um lugar tranqüilo para acampar. Dividimos os turnos e fomos para nosso merecido descanso.

Mas no meio dessa noite, um grupo daquelas PORCARIAS de Kobolds resolve nos pregar uma peça. Nada mais indignante, uma bando de criaturinhas fedidas destruiu nossa noite. Eles vieram carregando um basilisco com eles e depois do primeiro susto (por sentirmos que estávamos cercados por alguma coisa), Todd reconhece a criatura que está na coleira dos Kobolds. Quando tenta avisar os demais para não olhar para ela, ele mesmo o faz e é petrificado imediatamente. Rurik dá conta do monstro depois de Lauren lançar uma magia de escuridão para que ninguém olhasse para seu olhar petrificante.

Só problemas! Agora temos um bardo petrificado! Com todo cuidado o transportamos na carroça. Até uma cidade onde poderíamos arranjar uma solução. Uma vez na cidade Nartok, Victor pensa em uma solução para o problema do bardo, os demais estão no meio de sua ceia. E lá fora..

Todd acorda. Está em um lugar e se vê na presença de um homem desconhecido. Ele manda o bardo ver o conteúdo de um espelho d’água. Todd vê sua imagem na carroça! O homem se aproxima e o enche de raiva. “É isso que seus amigos fizeram com você. Irão provavelmente te vender como uma estátua, ou deixá-lo jogado junto com o corpo morto.” E continua, “Mas eu… posso dar um jeito nisso, se você me pedir é claro..”. Todd aceita a ‘ajuda’ de como diz o homem “Mikail, é como seus amigos me conhecem”. Ele faz um contrato com sangue por algo que Mikail possa lhe pedir no futuro. Todd então entra pela porta da estalagem, e todos ficam chocados. Ele mente e não conta como voltou ao normal.

Nesta mesma noite temos outras revelações, Dimitri conta a todos que Masa é um doppelganger, e a partir daí todos ficam desconfiados.

Com os problemas “resolvidos” nós temos que continuar, já que pelo o que Masa diz já existem pessoas se organizando em Paridon, onde ocorrerá o ritual da Fome. Vamos em direção ao mar, para a Baía de Martira.

Agora que você leu até o final… Tem algumas considerações:

  1. A gente ainda estava na Falkovnia quando entregamos o halfling e o Todd foi petrificado.
  2. O Rurik só matou o basilisco e os Kobolds fugiram. Lauren ficou tão de cara com o que aconteceu que desejou que os kobolds morressem e o Rocky matou eles depois, inclusive pendurando eles nos galhos das árvores como ela disse que faria.

O Ritual da Guerra – III de III

29 / janeiro / 2010 2 comentários

Temos vários locais para investigar agora. Um deles é uma casa aparentemente vazia, onde Dimitri e Lauren encontram muitos problemas, problemas daqueles que andam e comem cérebros. É uma casa que em seu porão abriga um pilha de corpos, de onde alguns mortos-vivos tiram “alimento”. A cena que encontramos é terrível e para piorar percebemos que existe alguém vivo. Dimitri surta completamente, a ponto de deixar de disfarçar suas habilidades e usar seu “caminhar pelas sombras” na frente de Lauren. Ele ataca os mortos-vivos com uma raiva tão grande que nunca haviamos visto antes no seu rosto simpático. Ele sabe que não pode derrotar todos eles e temos que ir embora buscar ajuda.

Buscamos Willian e Victor, e uma vez lá, contamos que existe alguém ainda vivo preso na pilha de corpos, e só com ajuda deles conseguimos resgatar o halfling que lá se encontrava. A partir daí ele fica escondido em nossa carroça, pois se o deixarmos na rua ele será pego e mais uma vez escravisado na cidade.

Partimos para outro local direcionados por Craudionor. Uma quadra inteira de casas muito bem vigiada. Em uma das casas o telhado é aberto para que o ritual possa acontecer sem que ninguém veja. Dimitri e Rocky entram pelo buraco aberto, mas uma magia os repele de dentro da casa quando se aproximam da lona que cobre o exato local do ritual, logo abaixo. Estamos muito próximos mas não existe outra entrada que não a protegida, ou pelo menos era o que achavamos. Mais uma vez Craudinho nos dá um endereço, um entrada opcional para os preparativos do ritual. Como também existe muita vigia, um de nossos magos planta uma ilusão na rua toda que dá acesso a porta da casa de entrada. E agora parece que ninguém está passando pelo local, mesmo que todos nós estejamos andando pela rua e abrindo a porta do local.
Uma vez lá dentro, encontramos armadilhas, mas também um túnel. E por ele caminhamos até encontrarmos o local que só haviamos visto por fora, coberto com a lona.

Como no ritual anterior, encontramos inúmeras pessoas e inúmeros túneis vindos de todas as direções para o local. Uma preparação de vários dias que descobrimos em cima da hora, ou melhor, na hora! Pois o ritual já está em andamento novamente, e a única coisa que podemos fazer é atacar a massa de gente que nos separa de Akmat e os quatro feiticeiros que realizam o ritual.

Esqueci de colocar aqui que antes de chegarmos ao ritual, enfrenteamos o Tri-keen que Myrmi havia morto quando chegou a cidade. Ele foi trazido de volta como undead para nos impedir de chegar ao local, ainda nos túneis.

A batalha é aquela baixaria de sempre. Quanto mais o tempo vai passando mais corpos vão empilhando, magias pipocando, uma quantidade muito maior de pessoas amontoam ao lado do Rurik. O interessante é que Rurik em um momento consegue passar pela barreira de pessoas e chegar colado em Akmat, e a grande sacada estratégica é que neste momento ele libera seu companheiro Lobo, e sai de seu peito já em cima do inimigo. A ação combinada dos dois não dá chance da múmia reagir. E todos pensam que esta é a chave para impedir o ritual, mas não é..

Por ali, outros tentam ajudar. Victor batalha com vermes gigantes conjurados por Akmat antes de morrer, Dimitri, Todd e Marx cuidam dos flancos de Victor. Willian e Myrmy passam ao lado de Rurik, e Lauren enquanto todos estão distraídos tenta acabar com o ritual definitivamente, mas alguém a interrompe. Enquanto a ladra se esgueirava uma pessoa no meio do ritual lê sua mente e percebe o que ela pretende. Seguindo a ladina ele segura a arma de fogo que a mesma erguia para atirar nos místicos que conduziam o ritual. Ela se desvencilha e aponta o cano da arma para o desconhecido. Ele é Masa, e diz que atirar não irá adiantar pois existe uma barreira invisivel em torno do ritual. Neste momento Lauren vê Myrmi indo de encontro a esta barreira tentando atingir o centro dela onde se encontra o corpo de sua mulher. Confiando no desconhecido o plano muda… Graças a Tymora, a ladina havia comprato flechas mágicas em dias anteriores, essas flechas ignoram barreiras e pode atingir coisas fechadas por ela. Assim, Lauren atinge um dos homens e a concentração do ritual é quebrada. Ele para, e os demais começam a correr entendendo as implicações do fato.

Parar o ritual daquela maneira, fez com que ele gerasse um choque de retorno e uma onde de choque de energia maligna tem inicio, atingindo todos do centro para as bordas, pricipalmente os que estão mais próximos. Myrmi mesmo sabendo do que havia acontecido, corre na direção contrária e morre abraçado com o corpo de sua mulher. Várias pessoas que são atingidas também falecem, incluindo pessoas que nós conhecemos como Willian e Marx.

O ritual da Guerra é impedido, mas com grandes perdas. E mesmo antes de reestabelecer o controle o grupo tem de abandonar o local, levando seus feridos e Masa como refém para que se explique lá fora.

Na carroça, Masa explica ser um paridoni que viu movimentações estranhas em sua cidade e veio investigar o que acontecia, se infiltrando no meio dos seguidores da Ordem Eterna. O grupo vai embora o mais rápido possível da cidade subornando os guardas para que não olhassem o conteúdo da carroça (dica de Masa para Lauren). E em algumas horas deixam a Falkovnia.

ps: Hyde não estava lá.

Veneno na comida.. A gente adora! – II de III

28 / janeiro / 2010 Deixe um comentário

Estamos na cidade de Stangengrad, e por sorte somos estrangeiros! Encontramos o maior anão do mundo:  Myrmi e como ele é bizarro convidamos para se juntar a nós, claro.

Somos fichados na entrada como todo mundo e temos que entregar nossas armas. Mas vocês estão lidando com um bando de aventureiros malandrinhos. Na verdade nós escondemos as armas na carroça, sabe? Debaixo do caixão do pai do Victor.. hihihi…

Além disso o grupo perdeu uma ótima oportunidade neste dia, de se livrar da maioria de seus problemas: Lauren.

Os não humanos neste lugar são todos propriedades do estado e escravos, quando não são mandados para as arenas pra morrerem em espetáculos de violencia gratuita. (Tipo a destruição de robôs do A.I.). Por isso Todd confecionou um item maravilhoso, um conhecido “Chapéu de disfarce”. E a partir daí tudo foi muito “susse”.

Depois de uma busca frustrada por rastros da múmia no rio onde Myrmi a encontrou, voltamos pra casa com um pedacinho da roupa dela e mais nada. Começamos a procurar que nem gente: pela cidade! Fomos até a arena, afinal é ritual da guerra, da batalha! Mas, como foram só os ruivos, um deles não gostou muito de ver um não humano sendo jogado aos cães (literalmente). Só que lá a múmia não estava.

Como bons aventureiros que somos, fomos para onde? Taverna! Sempre ela! Todd e Dimitri começam um show de música por lá pra pagar a estadia. E enquanto os demais almoçam e amúsica rola. Rurik percebe que no meio da comida há veneno. Todos eles começam a passar mal e percebem o envenenamento. E vão tomar satisfações direto na cozinha. Lá, bando de cozinheiros amendrontados, ainda mais porque Myrmi esfregou um deles na parede.

Marx e Rurik sobem para os quartos (não querem esquentar a cabeça). Do lado de fora, na saida dos fundos Lauren cuida pra que ninguém fuja. E percebe alguém tentando enfeitiça-la. Um homem encapuzado corre ao perceber que a meio-elfa não cai em sua magia de sono, mas é pego por uma esfera de brumas conjurada por Marx da janela do 2º andar. Como a captura deste homem gera grande tumulto a policia chega e o leva sem termos tempo de interrogá-lo.

Procuramos pessoas na cidade que tenham visto alguém parecido com Akmat ou Hyde, ou até mesmo mebros da Ordem Eterna, mas temos poucas pistas.

Em determinada noite, com o prazo apertando cada vez mais, conseguimos encontrar membros da Ordem Eterna em uma estalagem. Eles foram observados se locomovendo para a borda da cidade. O problema é que enquanto Dimitri, Lauren (e Rocky) seguem os indivíduos, eles são descobertos e detidos em uma rua por uma magia que impede pessoas de moral diferente de prosseguir, (Barrando tendências diferentes), assim acabam perdendo a única pista que tinham.

Esse jogo de “Onde está o Wally?” continuou até resolvermos usar nosso novo integrante no plano. Myrmi, no outro dia, vai até a ponte onde a Múmia tinha marcado para caso ele aceitasse a oferta de “emprego”. Lá enquanto o grupo espreita, um outro assassino tenta matá-lo. Mas é capturado e Dimitri usa seus poderes de sangue vampiro para dominar sua mente e obrigá-lo a ir conosco.

A partir daí tudo fica mais fácil. Craudionor entrega localizações e checamos casas na cidade que abrigavam pessoas, parte dos planos do ritual.

Lá em casa a panqueca era de areia – I de III

25 / janeiro / 2010 1 comentário

Chega de história sobre o circo de horrores que é esse grupo de aventureiros.
Vamos começar uma coisa nova hoje pra variar:

Myrmi Deadsilk chega a Terra das Brumas, mais precisamente ao centro de uma cidade cercada e muito, mas MUITO, estranha. Ela é habitada por humanos que tem armaduras de metal! Céus! Que lugar é esse?

Todos eles estão olhando aterrorizados a criatura que ele acaba de matar. Um Tri-keen! Rasgado ao meio pelas espadas de ossos de Myrmi, castigo pela traição e pela morte de sua mulher.

Ao ver a carcaça da criatura e o guerreiro ensanguentado, os humanos estranhos tiram as armas de sua posse e o chutam para fora da cidade cercada, com o corpo de sua mulher nos braços e sem destino certo. Caminhando contra o vento, sem lenço e sem documento… ops! Não.. documento ele tem agora, foi fichado na cidade e DEPOIS chutado!

O guerreiro resolve dar uma volta por um negócio que ele nunca viu então! Ele tem umas coisas altas com o tronco marrom e a cabeça verde! E no meio disso (onde o chão também é verde) existe um estrada de água que vêm correndo do norte. Isso é a coisa mais estupenda que Myrmi já viu em sua vida toda. É como se fosse um paraíso. E é ali no meio deste lugar esplendido que ele deixará o corpo de sua amada descansando para sempre.

Mas este paraíso é tão bom que Myrmi recebe até uma recepção calorosa de seus habitantes. Três homens armados vêm para cima dele para lhe dar aquele abraço! Mas como nas suas mão eles tem algumas espadas e facas o abraço é meio incômodo. O Guerreiro não entende porque do nada surgem esses malucos querendo matá-lo. Seriam ladrões? Seria o fato dele ter entrado no rio? (quem sabe o rio é sagrado!?) Será que ele está vestido inapropriadamente? Quem é que vai saber. Mas antes matar a ser morto! Ele esmaga todos eles (literalmente). Até aparecer um 4º sujeito.
Esse é diferente…

Ele estende a mão, fala umas esquisitices e ressucita o homem que acabou  de morrer.. (credo…) E pior! Vem dizendo que vai dar emprego de guerreiro na arena. Bom, se Myrmi quiser ele volta…

Mas que voltar o que!? Ele quer é passear, ser feliz, viver no mar de plantinhas e seguir o Rio!

Infelizmente… nós ainda estamos em Ravenloft e isso não será possível.

No caminho aleatório, ele encontra uma caravana e resolve avisar sobre o maluco lá de trás. E sei-lá-porque, todos os homens saem correndo atras do doido deixando uma mulher na carroça. A mulher faz umas perguntas e ele acaba entregando que acbou de chegar e enterrou sua amada. Que miséria… a estranha conta que o maluco da ponte é um .. ‘bruxo’ que provavelmente roubou o corpo de sua mulher… e é verdade! O corpo do meio da floresta sumiu e agora… Ah! Agora esse maluco vai morrer por isso!

Protegido: Carta Lauren

25 / janeiro / 2010 Digite sua senha para ver os comentários.

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A Lauren do mundo real!

15 / janeiro / 2010 Deixe um comentário

Se fosse ruiva as pessoas viriam até esse blog me processar por me basear em pessoas reais. Essa semana uma certa Lauren resolveu entrar na vida de crimes, num plano “infalível”. Arrumou um namoradinho, que tinha uma guilda, e tramou roubar a própria mãe! Notícia: Jovem trama assalto da própria mãe com ajuda do namorado.globo.com

Pow, mas nem a Lauren da campanha é tão Evil assim. Até o Dagon, o Rurik ou qualquer outro personagem mais violento de uma campanha nossa respeita pelo menos a mãe! Em partes quero acreditar eu, que nós não concebemos uma coisa tão maligna desse jeito, e por isso nunca conseguimos dar atitudes tão vis aos personagens mais infernais já elaborados.

Eu tenho que admitir que quando o Igor veio me contar da Lauren eu caí na gargalhada, coincidência demais! Quem será o próximo que a gente vai achar “criando vida” por aí?

Mas além dessa notícia da “Lauren” uma coisa muito … Trash… vem acontecendo. Percebendo que a vida real é muito pior que a vida imaginária, o que pode ser comprovado de certa forma acima, seres humanos estão querendo ir embora pra um lugar melhor (“desta para uma melhor”, eu diria até). Está tendo um surto de depressão pós-filme, depois do lançamento de Avatar. Notícia: Crescem os casos de depressão pós-Avatarvirgula.uol.com.br

As pessoas simplesmente ficaram encantadas com aquele mundo perfeito e não conseguem mais admitir morar num mundo lixo, cheio de problemas igual o delas.

Cara.., esse mundo esta realmente muito doido.

Mas não se preocupem, nós estamos vacinados… Afinal, puxando a sardinha pra cá, todos os RPGistas que eu conheço sabem diferenciar a fantasia de mundo real há muito tempo.

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