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Kobold bom é Kobold morto! – I de II

29 / janeiro / 2010 3 comentários

Saindo das fronteiras da Falkovnia nós ficamos mais relaxados, estamos em Darkon. Lauren leva o Halfling resgatado do ritual até perto de sua vila. Então todos vão encontrar um lugar tranqüilo para acampar. Dividimos os turnos e fomos para nosso merecido descanso.

Mas no meio dessa noite, um grupo daquelas PORCARIAS de Kobolds resolve nos pregar uma peça. Nada mais indignante, uma bando de criaturinhas fedidas destruiu nossa noite. Eles vieram carregando um basilisco com eles e depois do primeiro susto (por sentirmos que estávamos cercados por alguma coisa), Todd reconhece a criatura que está na coleira dos Kobolds. Quando tenta avisar os demais para não olhar para ela, ele mesmo o faz e é petrificado imediatamente. Rurik dá conta do monstro depois de Lauren lançar uma magia de escuridão para que ninguém olhasse para seu olhar petrificante.

Só problemas! Agora temos um bardo petrificado! Com todo cuidado o transportamos na carroça. Até uma cidade onde poderíamos arranjar uma solução. Uma vez na cidade Nartok, Victor pensa em uma solução para o problema do bardo, os demais estão no meio de sua ceia. E lá fora..

Todd acorda. Está em um lugar e se vê na presença de um homem desconhecido. Ele manda o bardo ver o conteúdo de um espelho d’água. Todd vê sua imagem na carroça! O homem se aproxima e o enche de raiva. “É isso que seus amigos fizeram com você. Irão provavelmente te vender como uma estátua, ou deixá-lo jogado junto com o corpo morto.” E continua, “Mas eu… posso dar um jeito nisso, se você me pedir é claro..”. Todd aceita a ‘ajuda’ de como diz o homem “Mikail, é como seus amigos me conhecem”. Ele faz um contrato com sangue por algo que Mikail possa lhe pedir no futuro. Todd então entra pela porta da estalagem, e todos ficam chocados. Ele mente e não conta como voltou ao normal.

Nesta mesma noite temos outras revelações, Dimitri conta a todos que Masa é um doppelganger, e a partir daí todos ficam desconfiados.

Com os problemas “resolvidos” nós temos que continuar, já que pelo o que Masa diz já existem pessoas se organizando em Paridon, onde ocorrerá o ritual da Fome. Vamos em direção ao mar, para a Baía de Martira.

Agora que você leu até o final… Tem algumas considerações:

  1. A gente ainda estava na Falkovnia quando entregamos o halfling e o Todd foi petrificado.
  2. O Rurik só matou o basilisco e os Kobolds fugiram. Lauren ficou tão de cara com o que aconteceu que desejou que os kobolds morressem e o Rocky matou eles depois, inclusive pendurando eles nos galhos das árvores como ela disse que faria.

O Ritual da Guerra – III de III

29 / janeiro / 2010 2 comentários

Temos vários locais para investigar agora. Um deles é uma casa aparentemente vazia, onde Dimitri e Lauren encontram muitos problemas, problemas daqueles que andam e comem cérebros. É uma casa que em seu porão abriga um pilha de corpos, de onde alguns mortos-vivos tiram “alimento”. A cena que encontramos é terrível e para piorar percebemos que existe alguém vivo. Dimitri surta completamente, a ponto de deixar de disfarçar suas habilidades e usar seu “caminhar pelas sombras” na frente de Lauren. Ele ataca os mortos-vivos com uma raiva tão grande que nunca haviamos visto antes no seu rosto simpático. Ele sabe que não pode derrotar todos eles e temos que ir embora buscar ajuda.

Buscamos Willian e Victor, e uma vez lá, contamos que existe alguém ainda vivo preso na pilha de corpos, e só com ajuda deles conseguimos resgatar o halfling que lá se encontrava. A partir daí ele fica escondido em nossa carroça, pois se o deixarmos na rua ele será pego e mais uma vez escravisado na cidade.

Partimos para outro local direcionados por Craudionor. Uma quadra inteira de casas muito bem vigiada. Em uma das casas o telhado é aberto para que o ritual possa acontecer sem que ninguém veja. Dimitri e Rocky entram pelo buraco aberto, mas uma magia os repele de dentro da casa quando se aproximam da lona que cobre o exato local do ritual, logo abaixo. Estamos muito próximos mas não existe outra entrada que não a protegida, ou pelo menos era o que achavamos. Mais uma vez Craudinho nos dá um endereço, um entrada opcional para os preparativos do ritual. Como também existe muita vigia, um de nossos magos planta uma ilusão na rua toda que dá acesso a porta da casa de entrada. E agora parece que ninguém está passando pelo local, mesmo que todos nós estejamos andando pela rua e abrindo a porta do local.
Uma vez lá dentro, encontramos armadilhas, mas também um túnel. E por ele caminhamos até encontrarmos o local que só haviamos visto por fora, coberto com a lona.

Como no ritual anterior, encontramos inúmeras pessoas e inúmeros túneis vindos de todas as direções para o local. Uma preparação de vários dias que descobrimos em cima da hora, ou melhor, na hora! Pois o ritual já está em andamento novamente, e a única coisa que podemos fazer é atacar a massa de gente que nos separa de Akmat e os quatro feiticeiros que realizam o ritual.

Esqueci de colocar aqui que antes de chegarmos ao ritual, enfrenteamos o Tri-keen que Myrmi havia morto quando chegou a cidade. Ele foi trazido de volta como undead para nos impedir de chegar ao local, ainda nos túneis.

A batalha é aquela baixaria de sempre. Quanto mais o tempo vai passando mais corpos vão empilhando, magias pipocando, uma quantidade muito maior de pessoas amontoam ao lado do Rurik. O interessante é que Rurik em um momento consegue passar pela barreira de pessoas e chegar colado em Akmat, e a grande sacada estratégica é que neste momento ele libera seu companheiro Lobo, e sai de seu peito já em cima do inimigo. A ação combinada dos dois não dá chance da múmia reagir. E todos pensam que esta é a chave para impedir o ritual, mas não é..

Por ali, outros tentam ajudar. Victor batalha com vermes gigantes conjurados por Akmat antes de morrer, Dimitri, Todd e Marx cuidam dos flancos de Victor. Willian e Myrmy passam ao lado de Rurik, e Lauren enquanto todos estão distraídos tenta acabar com o ritual definitivamente, mas alguém a interrompe. Enquanto a ladra se esgueirava uma pessoa no meio do ritual lê sua mente e percebe o que ela pretende. Seguindo a ladina ele segura a arma de fogo que a mesma erguia para atirar nos místicos que conduziam o ritual. Ela se desvencilha e aponta o cano da arma para o desconhecido. Ele é Masa, e diz que atirar não irá adiantar pois existe uma barreira invisivel em torno do ritual. Neste momento Lauren vê Myrmi indo de encontro a esta barreira tentando atingir o centro dela onde se encontra o corpo de sua mulher. Confiando no desconhecido o plano muda… Graças a Tymora, a ladina havia comprato flechas mágicas em dias anteriores, essas flechas ignoram barreiras e pode atingir coisas fechadas por ela. Assim, Lauren atinge um dos homens e a concentração do ritual é quebrada. Ele para, e os demais começam a correr entendendo as implicações do fato.

Parar o ritual daquela maneira, fez com que ele gerasse um choque de retorno e uma onde de choque de energia maligna tem inicio, atingindo todos do centro para as bordas, pricipalmente os que estão mais próximos. Myrmi mesmo sabendo do que havia acontecido, corre na direção contrária e morre abraçado com o corpo de sua mulher. Várias pessoas que são atingidas também falecem, incluindo pessoas que nós conhecemos como Willian e Marx.

O ritual da Guerra é impedido, mas com grandes perdas. E mesmo antes de reestabelecer o controle o grupo tem de abandonar o local, levando seus feridos e Masa como refém para que se explique lá fora.

Na carroça, Masa explica ser um paridoni que viu movimentações estranhas em sua cidade e veio investigar o que acontecia, se infiltrando no meio dos seguidores da Ordem Eterna. O grupo vai embora o mais rápido possível da cidade subornando os guardas para que não olhassem o conteúdo da carroça (dica de Masa para Lauren). E em algumas horas deixam a Falkovnia.

ps: Hyde não estava lá.

Veneno na comida.. A gente adora! – II de III

28 / janeiro / 2010 Deixe um comentário

Estamos na cidade de Stangengrad, e por sorte somos estrangeiros! Encontramos o maior anão do mundo:  Myrmi e como ele é bizarro convidamos para se juntar a nós, claro.

Somos fichados na entrada como todo mundo e temos que entregar nossas armas. Mas vocês estão lidando com um bando de aventureiros malandrinhos. Na verdade nós escondemos as armas na carroça, sabe? Debaixo do caixão do pai do Victor.. hihihi…

Além disso o grupo perdeu uma ótima oportunidade neste dia, de se livrar da maioria de seus problemas: Lauren.

Os não humanos neste lugar são todos propriedades do estado e escravos, quando não são mandados para as arenas pra morrerem em espetáculos de violencia gratuita. (Tipo a destruição de robôs do A.I.). Por isso Todd confecionou um item maravilhoso, um conhecido “Chapéu de disfarce”. E a partir daí tudo foi muito “susse”.

Depois de uma busca frustrada por rastros da múmia no rio onde Myrmi a encontrou, voltamos pra casa com um pedacinho da roupa dela e mais nada. Começamos a procurar que nem gente: pela cidade! Fomos até a arena, afinal é ritual da guerra, da batalha! Mas, como foram só os ruivos, um deles não gostou muito de ver um não humano sendo jogado aos cães (literalmente). Só que lá a múmia não estava.

Como bons aventureiros que somos, fomos para onde? Taverna! Sempre ela! Todd e Dimitri começam um show de música por lá pra pagar a estadia. E enquanto os demais almoçam e amúsica rola. Rurik percebe que no meio da comida há veneno. Todos eles começam a passar mal e percebem o envenenamento. E vão tomar satisfações direto na cozinha. Lá, bando de cozinheiros amendrontados, ainda mais porque Myrmi esfregou um deles na parede.

Marx e Rurik sobem para os quartos (não querem esquentar a cabeça). Do lado de fora, na saida dos fundos Lauren cuida pra que ninguém fuja. E percebe alguém tentando enfeitiça-la. Um homem encapuzado corre ao perceber que a meio-elfa não cai em sua magia de sono, mas é pego por uma esfera de brumas conjurada por Marx da janela do 2º andar. Como a captura deste homem gera grande tumulto a policia chega e o leva sem termos tempo de interrogá-lo.

Procuramos pessoas na cidade que tenham visto alguém parecido com Akmat ou Hyde, ou até mesmo mebros da Ordem Eterna, mas temos poucas pistas.

Em determinada noite, com o prazo apertando cada vez mais, conseguimos encontrar membros da Ordem Eterna em uma estalagem. Eles foram observados se locomovendo para a borda da cidade. O problema é que enquanto Dimitri, Lauren (e Rocky) seguem os indivíduos, eles são descobertos e detidos em uma rua por uma magia que impede pessoas de moral diferente de prosseguir, (Barrando tendências diferentes), assim acabam perdendo a única pista que tinham.

Esse jogo de “Onde está o Wally?” continuou até resolvermos usar nosso novo integrante no plano. Myrmi, no outro dia, vai até a ponte onde a Múmia tinha marcado para caso ele aceitasse a oferta de “emprego”. Lá enquanto o grupo espreita, um outro assassino tenta matá-lo. Mas é capturado e Dimitri usa seus poderes de sangue vampiro para dominar sua mente e obrigá-lo a ir conosco.

A partir daí tudo fica mais fácil. Craudionor entrega localizações e checamos casas na cidade que abrigavam pessoas, parte dos planos do ritual.

Lá em casa a panqueca era de areia – I de III

25 / janeiro / 2010 1 comentário

Chega de história sobre o circo de horrores que é esse grupo de aventureiros.
Vamos começar uma coisa nova hoje pra variar:

Myrmi Deadsilk chega a Terra das Brumas, mais precisamente ao centro de uma cidade cercada e muito, mas MUITO, estranha. Ela é habitada por humanos que tem armaduras de metal! Céus! Que lugar é esse?

Todos eles estão olhando aterrorizados a criatura que ele acaba de matar. Um Tri-keen! Rasgado ao meio pelas espadas de ossos de Myrmi, castigo pela traição e pela morte de sua mulher.

Ao ver a carcaça da criatura e o guerreiro ensanguentado, os humanos estranhos tiram as armas de sua posse e o chutam para fora da cidade cercada, com o corpo de sua mulher nos braços e sem destino certo. Caminhando contra o vento, sem lenço e sem documento… ops! Não.. documento ele tem agora, foi fichado na cidade e DEPOIS chutado!

O guerreiro resolve dar uma volta por um negócio que ele nunca viu então! Ele tem umas coisas altas com o tronco marrom e a cabeça verde! E no meio disso (onde o chão também é verde) existe um estrada de água que vêm correndo do norte. Isso é a coisa mais estupenda que Myrmi já viu em sua vida toda. É como se fosse um paraíso. E é ali no meio deste lugar esplendido que ele deixará o corpo de sua amada descansando para sempre.

Mas este paraíso é tão bom que Myrmi recebe até uma recepção calorosa de seus habitantes. Três homens armados vêm para cima dele para lhe dar aquele abraço! Mas como nas suas mão eles tem algumas espadas e facas o abraço é meio incômodo. O Guerreiro não entende porque do nada surgem esses malucos querendo matá-lo. Seriam ladrões? Seria o fato dele ter entrado no rio? (quem sabe o rio é sagrado!?) Será que ele está vestido inapropriadamente? Quem é que vai saber. Mas antes matar a ser morto! Ele esmaga todos eles (literalmente). Até aparecer um 4º sujeito.
Esse é diferente…

Ele estende a mão, fala umas esquisitices e ressucita o homem que acabou  de morrer.. (credo…) E pior! Vem dizendo que vai dar emprego de guerreiro na arena. Bom, se Myrmi quiser ele volta…

Mas que voltar o que!? Ele quer é passear, ser feliz, viver no mar de plantinhas e seguir o Rio!

Infelizmente… nós ainda estamos em Ravenloft e isso não será possível.

No caminho aleatório, ele encontra uma caravana e resolve avisar sobre o maluco lá de trás. E sei-lá-porque, todos os homens saem correndo atras do doido deixando uma mulher na carroça. A mulher faz umas perguntas e ele acaba entregando que acbou de chegar e enterrou sua amada. Que miséria… a estranha conta que o maluco da ponte é um .. ‘bruxo’ que provavelmente roubou o corpo de sua mulher… e é verdade! O corpo do meio da floresta sumiu e agora… Ah! Agora esse maluco vai morrer por isso!

Cavaleiro da Coroa – II de II

20 / dezembro / 2008 1 comentário

“Quando Soth acordou, as elfas perceberam tudo. Dizem que elas começaram a gritar e voaram todas em direção à fenda onde eu lutava pra conseguir subir o mais rápido possível para o piso de cima, antes que aqueles dois pontos de luz percebessem que eu era a culpada por eles estarem abertos. As banshees passaram num velocidade enorme por mim, mas não encostaram em meu corpo (ainda bem). A última vez que olhei para trás elas estavam paradas todas em torno do repouso de Soth.

Quando eu estava prestes a alcançar o piso superior, uma coisa estranhíssima aconteceu. Minha sombra tomou uma forma diferente e começou a tornar-se uma mulher na minha frente, antes que eu pudesse dar o primeiro impulso para subir ao andar do trono. Então a mulher, a vistani fantasma, gritou “Maldita!”, e cortou a corda, fazendo com que eu despencasse para o andar inferior. Por sorte, não cai bem em cima de quem eu estava tentando fugir, ficando no andar intermediário. Com medo que ela viesse me atacar, coloquei uma das flechas de luz no chão, ara enxergar melhor o local e me escondi.

Percebi então Victor tentando me encontrar na escuridão, enquanto ouvia passos e o som de armas percorrendo o ar, algum de meus companheiros deviam estar tentando atacá-la. Eu caminhei em direção a luz para falar com Victor, mas neste momento seu rosto ganhou uma expressão de horror. Ele olhava para trás de mim…

Do fundo deste andar, do meio da escuridão vinha Lord Soth caminhando em minha direção. Eu senti um frio congelando o meu corpo e me fazendo tremer dos pés a cabeça. Eu tentei fugir mas ELE falou comigo e mandou que eu parasse onde estava. “Foi você quem me acordou?”, ele perguntou, mas a minha resposta foi só um sopro, um “ssh.. sih..”, do que devia ser a palavra “sim”. “O mínimo que alguém deve fazer depois de INVADIR o meu castelo é se curvar perante mim!”, e foi o que eu tentei fazer…, mas nenhuma parte do meu corpo obedecia aos meus comandos. Ofendido, ele se aproximou, desembainhou sua espada e a encostou em meu pescoço. Pela segunda vez em minha vida tive certeza que iria morrer, e esta não é uma sensação agradável…
Acho eu que, notando que eu mal conseguia respirar quanto mais me mover, Soth desistiu de me fazer me curvar quando ouviu o som da batalha e a voz de Victor com seu pai dizendo aos berros “Não é ele!!! Não é ele que nós viemos encontrar!!!”.
O elmo vazio com os pontos vermelhos viraram mais uma vez em minha direção e sua voz ecoou “Você tem até o fim de meu combate para estar FORA DO MEU CASTELO!”. Ele caminhou até a minha sombra e desapareceu, semelhante ao que Alanor faria. Em segundos o meu corpo desmoronou… peguei minhas coisas e corri, CORRI!!! Talvez o modo mais rápido que corri em toda a minha vida, já que ela estava em jogo!

Lá fora a corda que haviamos prendido para descer ainda estava firme e eu comecei a subir. Perto do todo Rocky que estava olhando o caminho a frente derrepente se assustou e correu para minha mochila, sem responder as minhas perguntas do porque estava tão assustado. Então eu vi com meus próprios olhos. Um exército de Cavaleiros Undeads estava enfileirado do patamar onde a corda terminava.

E agora? Enfrentava um Cavaleiro Undead que havia acabado de dizer que iria me matar, uma vistani que também queria me matar e um monte de bashees que TENTARAM me matar, ou um exercito que ainda não havia dito nada nem tentado nada, mas era composto por dezenas de undeads que não pareciam mais amigáveis que os outros?

Bom eu estava ainda pensando no menos pior e resolvi voltar pela corda e pensar um pouco do lado de fora do castelo, escondida.
De repente todo o restante do grupo apareceu pela porta principal, ofegante. Eles haviam começado a fugir assim que Victor gritou que Lord Soth não era o homem certo, e assim que o próprio apareceu rasgando a vistani no meio, com um golpe só, a transformando em uma espécie de sombra desforme.

Nesse momento que nos reencontramos, ouvimos a voz de Dimitri gritando do alto de uma das torres dizendo que nós o esperássemos. Ele desce a torre rapidamente (Rurik e eu percebemos algo estranho na forma como ele se move pela parede sem apoios, mas só nos entreolhamos).

Mas agora, uma vez que estão todos juntos novamente, resolvemos enfrentar os mortos-vivos na elevação, ao invés de esperar o cavaleiro morto vir atrás de nós.

Victor é o primeiro, assim que ele chega na parte mais alta da corda fica em pé, posiciona a espada de seu pai e um escudo a frente e começa a recitar algo que eu não entendo, mas depois vir a saber que seria o Lema dos Cavaleiros de Solâmnia.

De forma surpreendente os mortos vivo então começam a abrir caminho para ele passar e não nos atacam também. É aí que percebo outra pessoa no fim das fileiras, um cavaleiro vivo (o que é era uma coisa bem incomum nesse lugar).

O cavaleiro e Victor conversam e uma espécie de ritual é feito. Victor faz um juramento e o cavaleiro o declara Cavaleiro da Coroa. Ele também entrega alguns pedaços de espelho (como os da sala atrás do trono de Soth). Eles servem para convocar este mesmo cavaleiro, para onde Victor estiver quando estiver pronto para mudar sua posição como cavaleiro da espada e da rosa.

Assim que Victor recebeu conselhos deste cavaleiro nós continuamos, utilizamos novamente a varinha mágica com a magia necessária para ativar o portal por onde chegamos, mas desta vez para sair na Falkovnia. O pior dos reinos onde estive até agora e onde o ritual da guerra aconteceria.”

Despertando das Sombras – I de II

13 / dezembro / 2008 6 comentários

“Nosso grupo se depara com o conteúdo da sala. Esse ambiente ruido pelo tempo e eventos passados, possui uma grande rachadura no chão e um trono onde ela termina. Este trono é esculpido em um tipo de rocha negra, seus entalhes lembram muito uma roseira, seus gahos entrelaçados, flores no fim dos encostos e os espinhos espalhados pelas ramificações. Um móvel muito grande, com certeza feito para Lord Soth.

Mas a sala não está vazia, três espíritos (as banshees) estão ali fazendo uma dança em circulo, e por algum tempo imaginamos que elas não tinham percebido nossa entrada.

Alguns de nós prepara magias e milagres de proteção, enquanto outros ainda tentam ver os seres incorpóreos dos quais falavamos. Rurik por exemplo, obviamente não via nada e estava despreparado para o que enfrentaria.

Quando o vistani Marx tenta atingir uma delas é que as criaturas param de dançar e partem para nos atacar.

Eu estava congelada de medo, fugi para o fundo da sala e me escondi tentando pensar no que fazer. Enquanto eu estava lá, vi meus companheiros frustrados tentando atingir essas criaturas e a maioria sem sucesso. Todd foi o primeiro a tomar consciência da situação. Ele correu para entregar a Rurik sua arma mágica, que parece-me o único jeito de conseguir ferir as elfas fantasmas, pois até mesmo as magias de Marx, como as flechas mágicas de Sil Hencer, que acertavam e feriam tudo o que eu conhecia, não tinha o menor efeito nos monstros aqui.

Assim que Todd entrega a arma a Rurik, Willian e Victor conjuram em suas armas algo que as tornam mágicas o suficiente para atacar. E por Tymora, Rurik usa sua própria arma abençoada, largando a espada de Todd perto da parede onde eu iria encontrá-la mais tarde.

Eu estava perto de Marx, quando ele desistiu de fazer qualquer coisa e se fechou em uma esfera de Brumas onde não podia ser atacado por ninguém.

Nessa hora resolvi sair de meu esconderijo e ir até o trono de Soth, talvez se o encontrasse a tempo nós não precisaríamos sofrer com os monstros, ou talvez morressmos mais cedo do que o esperado. Mas meus companheiros pareciam tão atrapalhados e desesperados que qualquer coisa seria melhor do que aquilo. Tentando esquecer os gritos de dor deles e os gritos das Elfas, abafadas pela música de Todd que tentava incentivar e proteger a todos, eu caminhei até o trono.

Eu julgava estar fora do alcance dos olhos de todos, mas uma das elfas, veio atrás de mim. O toque de seus dedos eram tão doloridos e gelados que me deram impressão de ter arrancado um pedaço da minha alma, e agora eu sabia como os outros estavam se sentindo. Eu gritei e rolei pelo chão tentando me afastar daquilo, encontrando a espada de Todd. Eu a ergui contra a criatura rasgando parte de sua existência e a distraindo o suficiente para sair correndo dali.

Quando passei próxima a rachadura no chão, vi que no fundo, nos outros andares ela também existia, na realidade parecia que esta rachadura era responsável por ruir o prédio inteiro, pois me lembrava dela começar ainda no corredor por onde viemos. E lá no último andar eu via a escuridão. A mesma escurião do fosso em torno do castelo lá fora.

A rachadura abriu uma fenda na parede, atrás do trono. Estava claro que ali havia uma passagem mesmo antes da sala ruir. Estudando o mecanismo tive a impressão de que outra coisa desencaeava sua abertura, e eu estava certa. Atrás do trono de Soth – que parecia muito maior agora, olhando de perto – havia uma das rosas, que não parecia pertencer ao resto do trono. Eu tentei empurrá-la, mas não tive força suficiente para movê-la. Tymora mais uma vez me abençoou, comigo ainda estava o anel que o Barão Strahd havia deixado com Victor, o anel guardava magias que aumentariam minha força, então eu usei a primeira que não pareceu ter efeito, pois mesmo a usando não consegui mexer o mecanismo, entretanto com a outra que me fez crescer quase ao tamanho de Rurik julgo eu, aí sim, a rosa moveu. A porta falsa atrás de mim quebrou em alguns pedaços que cairam, e os demais continuam abrindo para trás da parede.

A porta falsa revelou uma sala, circundada por espelhos, que agora estavam todos quebrados e seus cacos ao chão. Dizem que de onde os outros estavam, não conseguiam ver o que exatamente estava acontecendo, somente quando eu segurei a tapeçaria que escondia a sala e a rasguei com uma das mãos, os espelhos refletiram algo para os os demais.

Os espelhos não refletiam a minha imagem, mas mostravam a sala toda reconstruida, ou talvez, antes de ser destruida. Com um dos cacos em mão observei alguém sentado no trono e o resto da sala vazia, sem eu ou meus companheiros ali.

Lord Soth estava sentado e claramente me observava através do espelho. Mesmo que eu já tivesse visto ele anteriormente, o momento que vi sua figura foi arrepiante. Mas com o tempo, deixando de lado o medo e a urgência da situação, tive a impressão de que aquilo era algum tipo de ilusão e não sua verdadeira figura.

Ele apontava para o chão onde hoje havia a rachadura. Lá embaixo havia apenas a escuridão.

Minha primeira tentativa foi iluminar a escuridão com uma flecha mágica de luz, comprada dos elfos em Kar-thor. Mas a luz da ponta da flecha foi engolida pela escuridão como se fosse um poço de piche.

Como isso não surtiu efeito, optei então pela única tentativa que sobrara, descer até os outros andares para entender melhor aqueles sinais vagos.

No meio do caminho corda abaixo pedi que Rocky buscasse um novo pedaço de espelho, que possibilitou a minha visão desta sala, mas para meu espanto contendo o buraco e a escuridão, mas lá dentro estava Soth dormindo.

Há muito tempo, quando eu ainda era bem mais jovem, minha mãe mostrou uma das suas habilidades conferidas pela sua ligação com a natureza, ela podia sentir os seres vivos ao seu redor e pedir que eles acordassem a cada manhã. De alguma forma, eu senti que podia fazer o mesmo. Eu tentei fazer com que todos me ouvissem e acordassem de certa forma, e isto teve efeito. Quando observei o fosso negro vi dois pequenos pontos vermelhos surgindo…

Era Lord Soth despertando…”

Lauren Isadriel

Todo mundo na Fila do INSS

3 / novembro / 2008 3 comentários

O grupo já tem os meios para continuar sua missão, mas não tem a disposição necessária. Membros do grupo estão com problemas… de saúde.

Descobrem que a mão que Rurik encontrou na Greta Sombria é um implante feito por um elfo desta cidade e pertencia a um elfo desaparecido há muito tempo. A policia então permite que parte do grupo vá ao encontro de Helión, o médico.

Lá encontram grande resistência, mas convencem Helión a fazer a cirurgia de implante.

Enquanto isso Lauren descobre que Hyde andou comprando coisas na cidade, principalmente pergaminhos e outros itens mágicos. Com essas informações ela vai ao encontro do restante do grupo, mas sem a permissão da polícia, invadindo um dos círculos e assustando a assistente do médico com sua chegada inesperada. A policia que os acompanhava também acha muito estranho e promete averiguar suas permissões.

Na “sala de cirurgia” Helión se assusta com o sangue negro de Rurik, mas continua com os procedimentos. Ele também oferece certos implantes extras a Rurik que escolhe modificar suas próprias pernas em troca de uma vantagem mágica.

Esse acordo e alguns procedimentos são vistos por Lauren através dos olhos de Rocky. E da mesma forma, ela descobre a existência de um galpão nos fundos da residência onde há várias jaulas com animais, incluindo um minotauro.

Depois de muitas horas tudo termina e enquanto se despedem Lauren comenta o assunto da existência dos minotauros, assustando o médico e deixando a policia e o restante do grupo intrigados pelo assunto repentino, no entanto não revela o segredo de Helión.

Eles voltam para a cidade em paz e esperam mais algum tempo para que Rurik se recuperem, mas pretendem partir no dia seguinte.

À noite a meio-elfa volta a casa de Helión para abrir o galpão onde está o minotauro, afinal é contra a Lei ter um monstro tão perigoso na cidade, segundo a polícia. Soltá-lo portanto seria como um favor para a sociedade (mesmo que ele viesse a ferir muitos de seus cidadãos eventualmente). Movida então por suas intenções Leais e Malignas, Lauren tenta por seu plano em prática, mas é vista pela polícia e perseguida; isto toma mais tempo que o planejado e as armadilhas no galpão frustam sua brincadeira maldosa.

Contaminada com o veneno das armadilhas ela pede ajuda a Willian na estalagem. O clérigo de Lawguiver percebe como ela conseguiu o envenenamento e não a ajuda como ela esperava para que ela aprenda a lição. Nesta noite a meio-elfa percebe que existe algo de errado com ela, fora de seu controle. Ela é refém dos efeitos das Brumas sobre sua mente, teve várias vezes a vontade de matar Kaladon, durante o dia anterior, pelo simples fato do ‘monstro’ que ele era. E sentiu vontade de fazer várias coisas que deixariam todos a sua volta chocados e lavados com o sangue de pessoas inocentes. Alguma coisa estava muito errada com sua mente.**

Pela manhã então pede a Victor que a ajudasse, mas seu conhecimento não estava no nível necessário para isso.

Ela sabe que existe um templo no segundo círculo e tenta conversar com os guardas mas eles não lhe deixam visitá-lo por bem. Sendo assim, ela passa escondida mais uma vez pelo muro.

No templo há um elfo muito idoso (um elfo muito idoso? Nossa…). Ele percebe a presença da meio-elfa, mas invés de expulsá-la a vassouradas pergunta o que está havendo. Ele a examina e pede que ela aceite Mishkal em seu coração. A meio-elfa diz que não pode fazer isso, mas que pode entregar-lhe seu símbolo de fé, um medalhão de Tymora, como um acordo entre as duas Deusas (mesmo não tendo autoridade pra isso), dizendo que sua mãe clériga da Deusa da Sorte provavelmente entenderia. Ele pega o medalhão e coloca em uma tina de água.

O clérigo entende o que se passa com a mente de Lauren e cura as suas perturbações mentais.

Entregando novamente o medalhão de Tymora dizendo que ela não poderá ter outra fé como a de Mishakal, só pode seguir sua própria fé, diz que espera que ela siga os passos de sua mãe um dia. O medalhão agora foi abençoado e emite uma aura divina muito fraca mas que será percebida por Willian mais tarde.

A ladina volta para junto do grupo (com sua tendência normal enfim), e eles partem para o portal, para encontrar a fortaleza de Lord Soth.

** Esses testes de Esquizofrenia, causados pela falha em um Teste de Loucura eram legais, mas pena que ela nunca chegou a ficar Chaotic Evil.. xD