~Myrmi Deadsilk

História

Nascido da união forçada entre dois escravos gladiadores das arenas da árida Kalidnay, um anão e uma humana, Myrmi jamais conheceu os prazeres da infância, nem mesmo daquela infância legada aos jovens escravos, como um mull, tão logo sua força física se desenvolvia, logo lhe eram atribuídos afazeres cada vez mais pesados.

Seus pais não tardaram a morrer nos confrontos da arena, e Myrmi teve que sobreviver por sua própria conta nas catacumbas de escravos, o que, apesar de longe de um destino feliz, ainda lhe fornecia espaço para uma convivência mínima com outros e o ensino da camaradagem que somente tais guerreiros vem a conhecer. Através desta convivência de servidão junto a guerreiros e a morte, Myrm acabou logo se tornando forte, e ainda jovem iniciou seus treinamentos na arena, sendo um dos mais jovens mull a participar de confrontos de execução dos esporádicos e amaldiçoados magos condenados a morte pela mão dos gladiadores para o entretenimento das massas.

Acabou ficando famoso neste campo, e por isso recebeu instruções do mais alto nível na arena, aprendeu até mesmo a ler, escrever e instrução mínima nas artes dos nefastos arcanos, sendo que mais tarde acabaria sendo um dos favoritos dos regentes de Kalidnay para este tipo de evento e apesar de raros, Myrmi acabou aperfeiçoando-se tanto no confronto com tais habilidades quanto nas proezas físicas, entreter as massas e realizar um bom espetáculo era ali tão importante para a sobrevivência quanto qualquer experiência de combate, fora isso, a arena era uma das suas poucas oportunidades de respirar um ar menos pútrido e de vivenciar a experiência de ver ao céu.

Myrmi nunca questionou sua existência, a arena e a escravidão eram a tudo o que conhecia, até que certo dia chegou Han, um soldado humano que havia falado demais e por isso fora condenado a servidão perpétua nas arenas ou até que a morte lhe libertasse. Nenhum dos gladiadores esperava que Han viesse a ser um condenado por muito tempo, a morte sempre vinha rápido para aqueles que ao contrario dos gladiadores, não haviam vivido plenamente de combates e da morte, entretanto Han provou-se um hábil lutador, e passaram-se meses, talvez um ano, difícil mensurar, e ele ainda continuava ali e gradativamente, conquistava não só as mentes e corações das massas, mas também de seus companheiros gladiadores. Se até mesmo os Insetóides Thri-kreen cediam aos apelos das palavras dele, não seria o pobre Myrmi a ignorar a força de tais dizeres, e estas palavras insuflavam um forte e irrefreável sentimento de rebeldia e de libertação.

Han não tardou a utilizar-se de sua influencia e de seus conhecimentos em organização de tropas, de táticas e de estratégia, e na primeira oportunidade real que tiveram, os gladiadores se rebelaram pela primeira vez na historia, obtendo um sucesso inesperado e fugindo para as finas areias do oceano de poeira que circunda a todo o reino.

Mas a liberdade demandou de todos uma árdua luta pela sobrevivência, as condições de vida num ambiente tão árido são terríveis e para evitar que a liberdade se tornasse numa sentença de morte, os ex-escravos teriam então que tomar de seus ex-donos o que necessitavam para sobreviver. Os ataques as caravanas oriundas de Artan-Ak bem como a carne de algumas raras monstruosidades do deserto lhes forneciam o mínimo necessário, e por um tempo eles foram felizes.

Não tardou, e a noticia de novos jogos nas arenas chegaram aos rebeldes, e em pouco tempo Han os insuflou novamente, para que libertassem seus irmãos, e assim fizeram, obtendo novamente uma vitória inesperada e revelando aos poderes de Kalidnay que o deserto não os haviam devorado, pior, que eles eram uma ameaça real e que deveriam ser temidos.

Esta vitória mostrou aos rebeldes do deserto que não precisavam se contentar com as caravanas nem com as criaturas do deserto, e que a própria cidade-estado de kalidnay poderia ser seu prêmio. Os ataques aumentaram, e os improváveis sucessos também, o número de escravos aumentava, não precisavam mais atacar as cidades para libertá-los, estes mesmo estavam se rebelando e fugindo para o deserto, os que sobreviviam buscavam desesperadamente unirem-se aos Rebeldes da Poeira (como haviam ficado conhecidos). Myrmi participou de tudo desde o começo, era um verdadeiro mundo novo que lhe surgia ao horizonte, talvez, como para todos os outros escravos, mas ele tinha a certeza de que para si era tudo ainda mais incrível.

Em um dos ataques, Myrmi ajudou a libertar uma jovem Elan que fora condenada a servitude pessoal de um dos senhores da arena, teve a honra de libertá-la e o prazer de encaminha-lo a morte com seu próprio par de espadas feitas de marfim, muito bem talhadas e polidas.

Voltou para o acampamento dos rebeldes se sentido um verdadeiro herói, como recompensa pessoal, tomou para si as espadas, das quais gostou muito, e pelo mesmo motivo, cuidou atentamente da jovem Elan, que revelou chamar-se Náira.

Mesmo Myrmi sendo um Mull, Náira e ele iniciaram um tórrido romance, que nos meses que se seguiram tornou-se famoso entre os escravos e o símbolo de um futuro feliz para todo e qualquer escravo, não importando sua origem ou criação.

Logo as forças de Kalidnay passaram a aventurar-se no deserto de poeira atrás dos escravos, não poderiam mais ficar na defensiva, mas os escravos estavam mais acostumados aos rigores da vida e, portanto, sobrepujavam ao exército, ora pela astúcia, ora pelas proezas do combate, ora pelo fervor de seus corações e a coragem que a vida livre e as palavras de Han lhes alimentavam.

Tão logo as fileiras dos rebeldes cresciam, crescia também a ambição de alguns. Novos pretensos líderes começavam a se manifestar e a minar a autoridade e as decisões de Han, entretanto, todos, sem falha, ainda seguiam ao Ex-soldado humano que os haviam guiado até a liberdade e os mantido vivos.

Myrmi, devido a empolgação que esta nova vida, que de longe lhe parecia uma existência de felicidades, conseguiu a atenção de Han, tornou-se um dos treinadores dos novos rebeldes, ensinava-lhes a todos as artes das armas e do combate, vivia feliz como um sargento, um braço direito de Han e como marido de Náira.

Myrmi apoiava a todas as decisões de Han, não só pela paixão cega a causa da liberdade, mas também por reconhecer nelas grande sabedoria e astúcia. Entretanto, desentendia-se costumeiramente com os insetóides thri-kreen, com os reptilianos Petrrans ou com os Aarakrocas, Han sempre lhe advertia sobre isto, que as raças mais diversas exigiriam necessidades diversas, mas muitas das vezes, Myrmi apenas reconhecia ali necessidades egoístas.

Ocorre que nem Myrmi, nem Han, nem quem quer que fosse, sabia das necessidades especiais do reino de Kalidnay, porém Thakok-an, a sumo-sacerdotiza e líder efetiva de todo o reino conhecia, o solo logo tornaria-se completamente estéril e o Rei sucumbiria completamente caso o sangue dos escravos e dos condenados não voltasse a alimentar ao solo poeirento das arenas. O movimento rebelde não destruiria somente com o status quo vivente, mas terminaria por arruinar ao pouco que havia sobrado da velha glória do reino de Kalidnay.

Portanto, Thakok-an resolveu que era chegado o momento de seu envolvimento, convocou seus mais capazes templários, e traçou um plano astuto movido a traição e pela força de seus exércitos para massacrar de uma única e definitiva vez a todos os rebeldes.

Para tanto, lançou mão de um artifício, sabia que escravos estavam sendo aceitos entre os rebeldes, cuidou para que alguns deles fossem seus fantoches, e plantasse em meio aos rebeldes das raças mais diversas a semente da ruína. Os líderes naturais dos rebeldes destas raças, que já iam se demonstrando descontentes com a liderança de Han, alimentados pelos argumentos de tais fantoches, promoveram uma verdadeira divisão nas fileiras dos rebeldes e logo se distanciaram em movimentos próprios, os quais apesar dos desentendimentos prometiam proteção e apoio mútuo.

Os rebeldes finalmente estavam divididos em múltiplas forças, entretanto Thakok-an não interrompeu seus planos neste momento, e conseguiu fazer com que alguns de seus templários contatassem os lideres dos rebeldes dissidentes, e entre os thri-kreen, conseguiu a custa de muitas promessas, aliados dispostos a lhe ajudar a capturar novamente aos rebeldes liderados por Han.

A aproximação das forças de Thakok-an não passou despercebida pelos rebeldes da poeira e logo Han traçou uma estratégia para rechaçar ao ataque, entretanto, deveriam encontrar-se ali a sumidade das forças militares de Kalidnay, e para combatê-los, sem dúvida deveria contar com a ajuda dos demais agrupamentos rebeldes para flanqueá-los e rechaçá-los.

As forças de Han aproveitar-se-iam do clima e da escuridão da madrugada para iniciar um ataque furtivo contra as forças da kalidnay, para evitar suas maiores forças e causar confusão nas fileiras inimigas, seria um ataque surpresa, quando então estes estivessem em condições de lutar seus aliados deveriam juntar-se a eles atacando pelos flancos. Era um plano simples, mas que deveria funcionar.

Na madrugada do ataque traçado por Han, Myrmi lhe questionou sobre a dependência dos demais agrupamentos para que o ataque tivesse sucesso, mas, seguiram com o plano conforme o traçado.

Eles teriam sorte novamente, mesmo contra as probabilidades, até o clima de Kalidnay estava a seu favor, e a areia do deserto encontrava-se coberta por uma suave bruma e até mesmo o céu estava repleto de nuvens anunciando um raríssimo evento climático, chuva.

Eles se esgueiraram por entre as fileiras inimigas, mirando aos templários que lideravam as tropas, e ia sucedendo aos assassinatos, o que logo levou ao programado tumulto por entre as fileiras inimigas tão logo um primeiro alarme soou.

Os rebeldes Pterran surgiram pela direta dos inimigos de Han, e o aarakrocas vinham tumultuando o céu, mas o flanco esquerdo, que deveria estar repleto dos Thri-kreen, não surgiu. Han alertou imediatamente a Myrmi, que retornasse ao seu acampamento, pois temia pelo pior, os velhos, as mulheres e as crianças precisavam ser alertadas e retiradas.

Myrmi correu como o demônio pela poeira do deserto, ainda cheio de brumas, correu até o ponto de mesmo com sua fisiologia Mull e seu absurdo condicionamento físico lhe exigir que abandonasse sua armadura, e assim o fez, e continuou a correr com a totalidade de suas forças.

Ao vislumbrar ao acampamento, horrorizou com o que viu, os Thri-kreen haviam realmente lhes traído, e estavam atacando ao acampamento, de súbito lhe veio a lembrança de sua amada Náira, e voltou a correr com todas as suas forças. Ao aproximar-se do primeiro Thri-kreen desmembrou-lhe rapidamente de todos os seus múltiplos braços, e assim o fez consecutivamente, adentrando com uma força sobrenatural que lhe era desconhecida, por entre as fileiras dos monstruosos traidores, pois estava movido por ódio contra os traidores, mas principalmente por uma desesperada preocupação para com Náira.

Encontrou-a lutando junto as crianças do acampamento, tentando impedir que os Thri-kreen as alcançassem, foi um único vislumbre, Não teve sequer tempo de também ser visto por ela, quando um Thri-kreen empalou-a em uma lança. Agora Myrmi não conhecia mais nenhum raciocínio, era movido por puros e destilados horror, ódio e desespero, varou com seu par de espadas a todos os thri-kreen que cruzaram seu caminho de encontro ao corpo de sua amada.

Ao chegar junto ao corpo desta, caiu de joelhos pela fraqueza e tristeza que lhe tomaram, e mesmo em meio ao tumulto do massacre, tomou o corpo de sua amada em seu colo, urrou a plenos pulmões aos céus, ao ponto de parar aos combates por um segundo, de estremecer a mente e o espírito de todos e sentir as primeiras gotas da insólita chuva lhe caindo no rosto, enquanto uma densidade irreal de brumas lhe envolvia, lhe retirando daquele local, jogando-o em um lugar novo e estranho, e lhe impedindo o alento de ter mesmo que o cadáver de sua mulher em seus braços por mais um segundo que fosse.

BREU

Perguntas de Apoio para Montagem de Personagem de Ravenloft:

Como você se parece? Você é atraente? Simples? Grotesco? Você se veste com roupas finas ou trapos sujos? Você tem cicatrizes ou outras características incomuns? A aparência de um personagem pode ter a ver com seu passado (cicatrizes de um combate ou ataque, etc.).

Myrmi, como todo Mull, parece-se com um humano, muito musculoso mas não grotesco, extremamente bem definido e com baixíssima gordura corporal, sem qualquer pelo corporal, tem olhos escuros quase negros, é um pouco baixo mas nada fora dos padrões médios humanos, tem a pele muito queimada pelo sol, muitas cicatrizes dos mais variados tipos pelo corpo, inclusive uma cicatriz vertical sobre o olho direito, e tem tatuado em seu antebraço direito os símbolos dos escravos de elite da arena de kalidnay.

Onde está sua família? Onde é sua terra natal? Você tem uma casinha que possa chamar de lar, ou foi banido de suas terras ancestrais? Alguns jogadores pensam que entes queridos não podem ser ameaçados se não existirem, mas um herói que tem ninguém para perder também não tem ninguém a quem possa recorrer quando precisar.

Myrmi perdeu tudo e todos que amava, a arena de gladiadores foi seu lar a maior parte de sua vida, quando finalmente encontrou um lar aonde viveu feliz, o destino roubou-lhe tudo.

O que você mais ama? Pelo que você cometeria sacrifícios? Um interesse romântico? Um membro da família? Você mesmo? Seu deus? Magia? Juventude? Conhecimento? Poder? Você cometeria algum auto-sacrificio ou sacrificaria a outras pessoas?

Myrmi acabou de perder a todos os que amou, sua mulher, sua causa, só o que lhe restou é aliberdade, e destaelesó abriria mão pelavingança contra os que lhe roubaram tudo.

Qual seu maior arrependimento? Você tem memórias que o perseguem a noite? Você foi incapaz de impedir uma morte? Você tem alguma característica mental ou física que o incomode? Você traiu um amigo num momento de fraqueza?

Myrmi, arrependesse de não ter sido mais rápido e de não ter conseguido salvar o acampamento rebelde da traição dos Tri-Kreen.

O que lhe dá arrepios? Quais são seus medos e ódios? Alguns elfos não gostam do cheiro acre da pólvora, e anões normalmente não gostam do mar. Você não gosta do odor de algo, de calor, de frio, odeia o gosto de alguma coisa ou tem medo de alguma situação ou animal? Você acha alguma raça, cultura, religião, ou forma de magia primitiva ou não natural?

Myrmi gosta de observar ao céu, principalmente o céu nortuno, lugares fechados lhe lembram os tempos de escravidão e a aglomeração de pessoas lhe lembra do publico das arenas.

O que lhe fascina? O que atrai o seu interesse? Você gosta de operas, ou você lê grandes novelas? Você gosta de observar os padrões intrincados de um pergaminho mágico, os fios de uma teia de aranha, ou as engrenagens de um relógio? Você tem um fraco por charadas ? Você vive a procura de novas sensações?

Myrmi tem grande curiosidade pelo mundo natural, pelas coisas ainda desconhecidas da ciência, pelas formas avançadas de combate e pelo trabalho com metal, coisa rara em sua terra natal.

Quais são seus hábitos? Você segue alguma rotina em sua vida? Um sorcerer pode enrolar sua barba enquanto pensa, um caliban pode colecionar troféus de inimigos mortos; um bardo pode praticar toda noite para melhorar sua habilidade.

Myrmi, sempre que possível, tenta entrar em foco psionico meditando para apaziguar seus demônios internos, seja sentado calmamente, seja praticando combate, ou, o que gosta mais, arranjando algum trabalho braçal que lhe tome o tempo.

Quais são seus segredos? Você esconde algo do mundo? Você disfarça alguma característica, ou enterrou algum evento de seu passado? Por que você mantém esse segredo? Se seu segredo for revelado, você ficara somente embaraçado, sofrerá perseguição ou colocará alguma coisa em risco?

Myrmi tenta evitar que saibam que ele é um psionico nestas novas terras que parecem desconhecer esta capacidade. Prefere não falar sobre sua terra natal, evita deixar a mostraatatuagem de escravo, fala pouco sempre que lhe permitido. Mas principalmente, tenta evitar que percebam que ele veio de uma terramuito diferente das demais, tenta não ser um elemento estranho demais.

Você é passional ou racional? Você se convence a seguir seu cérebro ao invés do coração, ou você é um verdadeiro romântico? Personagens caóticos tendem a estar mais confortáveis com seus sentimentos, mas os ordeiros são mais capazes de comportamentos racionais.

Myrmi já foi tomado pela fúria e pelo desespero, sem mais nada a perder, sempre parece estar imerso em um transe perpétuo.

Você é sofisticado ou supersticioso? Você foi treinado nas melhores escolas, ou foi criado por peleiros que saiam de seu terreno apenas para checar suas armadilhas? Um personagem cosmopolita pode conhecer etiqueta, enquanto um camponês rustico pode conhecer inumeros contos sobre as fadas.

Myrmi foi criado toda a vida dentro do sistema de escravidão das arenas, devido ao seu bom desempenho, lhe foi dada alguma educação mais avançada.

Quão forte é sua fé? Muitos cidadãos da Terra das Brumas ignoram a religião, acreditando que os deuses a muito esqueceram os mortais. Se religioso, você segue a religião comum da sua terra natal, ou adotou uma fé estrangeira?

Myrmi não tem mais fé alguma que lhe reste, mas mesmo assim ele reza para que a alma de sua mulher e de seus companheiros encontrem conforto em algum lugar melhor.

Quão auto-confiante você é? Você questiona continuamente seus próprios motivos? Você luta com uma escuridão interior? Ou você continua seu caminho confiante, sabendo em seu coração que suas atitudes são corretas?

Myrmi só não possui duvidas quanto a sua habilidade marcial, a vida nas arenas lhe provou isso, caso contrário ele teria sido morto na arena, mas atualmente ele duvida de todo o resto e olha com suspeita a tudo e a todos, uma atitude que internamente ele vangloria como sendo sábia.

O que o leva a se aventurar? Por que você adotou a perigosa vida de aventureiro? Você é simplesmente um mercenário, buscando tesouros? Você está numa busca por vingança? Você possui motivos altruístas? Você acredita que tem um destino a cumprir? Você está tentando reaver uma herança roubada? Você está lutando para se reencontrar com um amor perdido?

Myrmi estápedido em um novo mundo que não compreende direito, qualquer coisa atualmente é novidade para ele.

BREU

myrmi

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  1. 19 / dezembro / 2008 às 1:42 am

    Mas bah! Ganha até oscar pela última cena ein.. hauahuahua

  2. Daiane
    19 / dezembro / 2008 às 7:35 pm

    Sabe que eu estive pensando enquanto lia, a única coisa que transformaria a história do Mirno em filme, seria ele ter que enfrentar o Han na arena…, dai sim.. seria do mal… xD

  3. Áureo (breu)
    16 / março / 2009 às 7:56 am

    Myrmi, o excluidos dos resumos…!!!!

  4. 16 / junho / 2009 às 2:23 pm

    Isso não é verdade…
    O Myrmi, o Snape, o Druida, o Shou todo mundo.. hauahuahua

  1. 26 / janeiro / 2010 às 3:21 am

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