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Todo mundo na Fila do INSS

3 / novembro / 2008 3 comentários

O grupo já tem os meios para continuar sua missão, mas não tem a disposição necessária. Membros do grupo estão com problemas… de saúde.

Descobrem que a mão que Rurik encontrou na Greta Sombria é um implante feito por um elfo desta cidade e pertencia a um elfo desaparecido há muito tempo. A policia então permite que parte do grupo vá ao encontro de Helión, o médico.

Lá encontram grande resistência, mas convencem Helión a fazer a cirurgia de implante.

Enquanto isso Lauren descobre que Hyde andou comprando coisas na cidade, principalmente pergaminhos e outros itens mágicos. Com essas informações ela vai ao encontro do restante do grupo, mas sem a permissão da polícia, invadindo um dos círculos e assustando a assistente do médico com sua chegada inesperada. A policia que os acompanhava também acha muito estranho e promete averiguar suas permissões.

Na “sala de cirurgia” Helión se assusta com o sangue negro de Rurik, mas continua com os procedimentos. Ele também oferece certos implantes extras a Rurik que escolhe modificar suas próprias pernas em troca de uma vantagem mágica.

Esse acordo e alguns procedimentos são vistos por Lauren através dos olhos de Rocky. E da mesma forma, ela descobre a existência de um galpão nos fundos da residência onde há várias jaulas com animais, incluindo um minotauro.

Depois de muitas horas tudo termina e enquanto se despedem Lauren comenta o assunto da existência dos minotauros, assustando o médico e deixando a policia e o restante do grupo intrigados pelo assunto repentino, no entanto não revela o segredo de Helión.

Eles voltam para a cidade em paz e esperam mais algum tempo para que Rurik se recuperem, mas pretendem partir no dia seguinte.

À noite a meio-elfa volta a casa de Helión para abrir o galpão onde está o minotauro, afinal é contra a Lei ter um monstro tão perigoso na cidade, segundo a polícia. Soltá-lo portanto seria como um favor para a sociedade (mesmo que ele viesse a ferir muitos de seus cidadãos eventualmente). Movida então por suas intenções Leais e Malignas, Lauren tenta por seu plano em prática, mas é vista pela polícia e perseguida; isto toma mais tempo que o planejado e as armadilhas no galpão frustam sua brincadeira maldosa.

Contaminada com o veneno das armadilhas ela pede ajuda a Willian na estalagem. O clérigo de Lawguiver percebe como ela conseguiu o envenenamento e não a ajuda como ela esperava para que ela aprenda a lição. Nesta noite a meio-elfa percebe que existe algo de errado com ela, fora de seu controle. Ela é refém dos efeitos das Brumas sobre sua mente, teve várias vezes a vontade de matar Kaladon, durante o dia anterior, pelo simples fato do ‘monstro’ que ele era. E sentiu vontade de fazer várias coisas que deixariam todos a sua volta chocados e lavados com o sangue de pessoas inocentes. Alguma coisa estava muito errada com sua mente.**

Pela manhã então pede a Victor que a ajudasse, mas seu conhecimento não estava no nível necessário para isso.

Ela sabe que existe um templo no segundo círculo e tenta conversar com os guardas mas eles não lhe deixam visitá-lo por bem. Sendo assim, ela passa escondida mais uma vez pelo muro.

No templo há um elfo muito idoso (um elfo muito idoso? Nossa…). Ele percebe a presença da meio-elfa, mas invés de expulsá-la a vassouradas pergunta o que está havendo. Ele a examina e pede que ela aceite Mishkal em seu coração. A meio-elfa diz que não pode fazer isso, mas que pode entregar-lhe seu símbolo de fé, um medalhão de Tymora, como um acordo entre as duas Deusas (mesmo não tendo autoridade pra isso), dizendo que sua mãe clériga da Deusa da Sorte provavelmente entenderia. Ele pega o medalhão e coloca em uma tina de água.

O clérigo entende o que se passa com a mente de Lauren e cura as suas perturbações mentais.

Entregando novamente o medalhão de Tymora dizendo que ela não poderá ter outra fé como a de Mishakal, só pode seguir sua própria fé, diz que espera que ela siga os passos de sua mãe um dia. O medalhão agora foi abençoado e emite uma aura divina muito fraca mas que será percebida por Willian mais tarde.

A ladina volta para junto do grupo (com sua tendência normal enfim), e eles partem para o portal, para encontrar a fortaleza de Lord Soth.

** Esses testes de Esquizofrenia, causados pela falha em um Teste de Loucura eram legais, mas pena que ela nunca chegou a ficar Chaotic Evil.. xD

Depois da Chuva

7 / setembro / 2008 4 comentários

A aranha, viemos saber depois, é Kaladon. O elfo que escrevia sobre os seres místicos, nos livros que Dimitri e Victor leram na biblioteca. Membro da família real e desaparecido a séculos.

Ele conta como Alanor o enganou para ficar com o reino para si, depois começou a matar todos os seres que eram diferentes do elfo. Sua história convenceu o grupo, era melhor tirá-lo do poder e com isso ele os levariam de volta para Sithicus. Todos concordam e começam a se preparar para a batalha.

Com a ajuda de Todd, Lauren e Dimitri o grupo consegue algumas espadas de ferro frio, que são capazes de ferir o “povo fada” que eles estão enfrentando. Mas, quando estes três, junto de Kaladon, estão comprando as espadas, Dimitri é pego pelo Lunátio. O meio-vistani começa a sofrer seus efeitos, e acha melhor fugir de perto de seus novos companheiros. Ele tenta ativar o portal no meio de sua loucura, mas o portal que abre não é para a Greta Sombria e sim para a fortaleza de Lord Soth.

Depois de receber suas armas, eles partem para a floresta onde segundo Kaladon existe uma passagem secreta para o castelo, e assim nós poderemos pegá-los de surpresa.

Na floresta eles encontram árvores, que falam… pedras, que falam… e assim por diante.
Todd fica impressionado com tudo e começa a provocar as criaturas. Até tenta sequestrar uma delas!

Assim como as outras coisas, a pedra grande que tapa o buraco da passagem, está viva e grita quando encostam nela. Todos, mas principalmente o clérigo de Lawguiver fica muito impressionado e assustado, chegando a “matar” a pedra para que entremos no túnel.

O túnel nós leva até uma passagem secreta na sala do trono, mas não antes de enfrentarmos alguns monstros, um inseto gigante e um monstro de lama. Todos ficam apavorados com as bestas mágicas e desperdiçam suas principais cartas (suas magias) com os perigos menores. Além disso, nesse túnel também encontramos um esqueleto que possui uma mão mecânica feita de Mithral que é pega por Rurik.

Chegando a sala do trono percebemos que estava vazia e somente no salão de festas se encontram elfos e uma banda cercando Alanor em uma mesa.

O ataque começa e como sempre Rurik é nossa principal arma (mesmo ainda sem uma das suas mãos). Em meio a confusão todos entram na sala e tentam ajudar. No entanto Alanor foge pelas sombras adentrando a sala do trono onde encontra Lauren sozinha. Ele a enfeitiça e manda que fique perto dele (como escudo).

Seu plano não sai como o esperado, e mesmo com uma proteção acaba sendo atingindo. Enfeitiçada, Lauren tenta curá-lo usando as magias guardadas no anel de Strahd, mas isso não é o suficiente para mantê-lo vivo.

Preso na parede por Kaladon, Willian se aproxima para dar o “toque da morte” que o mata.

A coisa mais estranha nisso tudo é que a banda não para de tocar em momento algum. Percebemos então que eles não tem sombras, nem suas almas, são bonecos criados por Alanor. Bom.. de certa forma, de fato eles tinham uma alma um dia, mas agora não há nada que possa ser feito.

Lauren entrega um livro de música a Todd que havia encontrado quando voltou ao seu “quarto de hospedes”, onde pega algumas lembranças assim como Rurik.

Kaladon etão cumpre a sua promessa entregando a Victor uma varinha que consegue abrir o portal de volta a Sithicus e que poderá ser usado mais duas vezes. Para irmos para a fortaleza de Lord Soth e para sairmos de lá para a Falkovnia.
No momento que o grupo entra de volta nas sobras estranhas que transportam todos através do portal, Lauren tem o vislumbre de Hyde ao lado de Kaladon, mas não pode desfazer o transporte e voltar. Ela pragueja quando de volta a Sithicus, tenta ler o encantamento do portal de volta, semelhante ao que Dimitri havia feito, mas nada funciona e eles não podem voltar. Victor a repreende por chamar Kaladon de traidor e diz que ele pode ter sido enganado como ela mesma fora a muito tempo.

Por sua vez, Rurik e Todd avaliavam os seus bolsos. Tudo o que haviam pego no palácio havia virado pó, todo o ouro, as coisas preciosas, a pedra falante. Sobraram apenas as armas, as roupas mágicas de Alanor e as pedras preciosas das jóias.

Eles voltam a vila dos elfos felizes e se preparam para partir para o encontro de Lord Soth, o Cavaleiro da Rosa Negra.

Portal para Neverland

16 / agosto / 2008 3 comentários

Lauren não faz idéia de onde esteja… Ela encontra suas coisas num baú, perto de uma pentiadeira. E enquanto se troca percebe uma coisa bem estranha, ou… interessante. Neste lugar estranho tudo que é de metal é feito de prata ou ouro. Um lugar muito feliz pra se passar uns dias e levar souvernis.

A paisagem na janela mostra uma vila, além do muro deste lugar que aprece um castelo. O dia está um pouco escuro, como se estivesse ainda para amanhecer… ou quem sabe para anoitecer…

Ela desce as escadas desconfiada, ouvindo vozes e música do andar inferior. Ela espera para tentar reconhecer a conversa, mas a lingua apesar de parecer com élfico não é muito compreensível.

Em certo momento Alanor percebe que ela está no pé das escadas. Ela a convida para a mesa e a festa. A meio-elfa pergunta como ela veio parar ali e o elfo estranho diz que ela devia ter bebido muito e acabou desmaiando, mas ela lembra de não ter bebido nada. Pergunta sobre a lingua que conversam: Arak.

Lauren pergunta porque foi trazida ali dessa forma inconsciente e porque seus amigos não vieram também, principalmente seu guaxinim.

Alanor começa a ficar irritado, grita com a banda depois que Lauren diz que não está gostando daquilo. Então ela tenta ir embora quando ele diz que não a levará de volta, mas chega apenas ao pátio onde os guardar dizem não saber como se chega em Sithicus. Ela volta e continua insistindo e perguntando porque a trouxe dessa maneira e não quer lhe dizer como voltar…

A ladina fica um tempo olhando pela janela pensando no que fazer. Alanor se aproxima e pergunta se ela vai ficar ali emburrada ou vai aceitar dançar com ele. Ela pergunta se ele vai lhe levar de volta se ela dançar e então aceita…

ººº

Rurik chega devolta à clareira guiando os demais assim como faz dentro da caverna onde Rocky indica Lauren ter sido levada. Na parede onde o guaxinim tentava raspar com as garras, Dimitri encontra mais runas como as encontradas nas pedras perto da clareira. Victor e Marx sabem que se tratam de runas mágicas, escritas em algum idioma parecido com élfico. Dimitri espera que os dois tenham uma distração momentânea para tentar usar suas habilidades ladinas. Ele dá seu jeitinho e o mecanismo mágico começa a reagir. “Ow, você deve ter algum ancestral elfo na família!” Alguém diz , depois de ver o meio-vistani grunhindo algumas palavras.

O portal se abre na rocha e do outro lado existe apenas escuridão. Ninguém está muito disposto a descobrir na tentativa e erro para onde ele pode levar ou o que pode acontecer, mas infelizmente ALGUÉM tem de ir…

ººº

Do outro lado do portal a vista mostra uma vila, com um palácio ao fundo. Na vila onde existem criaturas que parecem elfos e kenders. Seus habitantes dizem que o grupo se encontra no Reino de Alanor, e o palácio ao fundo é dele, mas não viram Lauren por ali. Mas sabem que Alanor tem uma convidada. Mesma história confirmada pelos guardas e o castelão.

O grupo é levado para ver a convidada de Alanor. Eles chegam a uma casa adjacente ao castelo onde encontram Lauren. Ela está com um vestido sentada numa poltrona. Ela recebe seus amigos e diz que não irá embora. Que ficará ali para que Alanor lhe ensine algumas coisas e que eles podem ir embora sem ela e termina pagando Dimitri por seus serviços como guia.

O grupo acha estranho que Lauren de repente não queira mais continuar com eles abandonando a missão e seus probelmas pessoais. Victor é o mais desconfiado então lê a mente da criatura…

Não é Lauren. Ele faz um sinal para que Rurik perceba seu cheiro diferente. E agora tabém sabe. A prova final é o momento em que Rocky é entregue a ela e o guaxinim a ataca.

Eles chamam o castelão e dizem que querem falar com sua amiga e não uma sombra dela…

Elfos felizes e saltitantes – II de II

9 / agosto / 2008 2 comentários

Numa viela Dimitri aguarda que alguém esteja descuidado esta noite. Ele nocauteia um elfo com o cabo da espada. Arrasta seu corpo para um beco e começa a se alimentar de seu sangue quente. Desta vez o sangue parece melhor. Talvez seja o tempo que esteve sem se alimentar, talvez o sangue élfico seja realmente bom, ele não sabe. A única coisa de que tem certeza é que desta vez o sangue escorre por sua garganta e o aquece, sentindo um prazer do qual nunca havia experimentado…
(Ou seja, Dimitri: Nível de Poder 1)

Quando retorna o dhampir esbarra na porta, fazendo com que a espada produza barulho, que acorda alguns. Ele disfarça e acende a luz, arrasta uma cadeira e senta examinando a esma, como se não se importasse que alguém o visse com ela, não tivesse feito nada errado. No entanto Rurik sente cheiro de sangue e diz: “Eu não sei o que você fez de errado, agora devolva a espada onde você a pegou”.

Enquanto os dois conversam, Lauren acorda com todo o barulho. Ela fica atenta aos barulhos que vem de fora de seu quarto, ao ponto de perceber que alguém está andando em volta dele. Ela veste uma capa e pega a espada de seu pai. Mas ao abrir a porta não vê nada. Ao menos não antes que uma voz saia da escuridão e se deixe detectar.

“Eu não sabia que iria encontrar companhia tão bela aqui”, Alanor , o elfo que levou Dimitri para festejar anteirormente, diz saindo das sombras. A meio-elfa desconfia do estranho como sempre, e exige explicações. Ele ignora e bate a porta de Dimitri para convidá-lo para outra festa. Os demias, como Rurik e Todd também resolvem participar. Apenas aqueles que necessitam descançar para utilizar suas magias no dia seguinte permanecem.

Lauren diz que não tem interesse em acompanhá-los, as espera que o grupo saia, para seguí-los em segredo. Victor sabe disto e a vigia através de uma magia (status), mas acaba dormindo com o avançar da noite.

Mais uma vez Dimitri encontra a clareira onde os elfos se reunem para dançar, comemorar, beber e namorar. O mesmo lugar que esconde segredos. Perto da clareira mais uma vez podem ser vistas formações de pedras, que possuem inscrições aparentemente mágicas, numa lingua que mantém algumas características élficas.

Tudo ocorre como antes. Bastante bebida e dança. E de novo, todos os que não são elfos caem exaustos e bêbados. E, como ninguém mais pode vê-los, os elfos começam a dançar de forma diferente. Eles começam a desaparecer nas sombras , reaparecendo em lugares opostos. Lauren que observa entre as árvores fica impressionada. Além de ocultarem-se muito bem, possuem a habilidade de se locomover pelas sombras num piscar de olhos.

Ela esquece que está ali para garantir a segurança dos demais e senta-se perto da fogueira. Ela é convidada para dançar, mas está mais ineressada em saber como eles podem saltar nas sombras daquele modo. Ela pergunta se ele (Alanor) é capz de ensiná-la a fazê-lo e ele afirma que sim. Lauren dança com ele, até ficar exausta também, e mesmo não experimentando de sua bebida, cai no sono.

De manhã, os três homens acordam. Dimitri encontra a mochila de Lauren e vê Rocky por ali. Rurik identifica a mochila e também entende que o guaxinim tenta mostrar algo. Ele vai a té a parede de uma caverna e raspa com as garras, indicando que Lauren está lá.

O bárbaro corre até a estalagem para chamar os demais…

Enquanto Lauren acorda em uma cama, com uma camisola que não é sua, num quarto muito bonito e que também não é o seu…