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Veneno na comida.. A gente adora! – II de III

28 / janeiro / 2010 Deixe um comentário

Estamos na cidade de Stangengrad, e por sorte somos estrangeiros! Encontramos o maior anão do mundo:  Myrmi e como ele é bizarro convidamos para se juntar a nós, claro.

Somos fichados na entrada como todo mundo e temos que entregar nossas armas. Mas vocês estão lidando com um bando de aventureiros malandrinhos. Na verdade nós escondemos as armas na carroça, sabe? Debaixo do caixão do pai do Victor.. hihihi…

Além disso o grupo perdeu uma ótima oportunidade neste dia, de se livrar da maioria de seus problemas: Lauren.

Os não humanos neste lugar são todos propriedades do estado e escravos, quando não são mandados para as arenas pra morrerem em espetáculos de violencia gratuita. (Tipo a destruição de robôs do A.I.). Por isso Todd confecionou um item maravilhoso, um conhecido “Chapéu de disfarce”. E a partir daí tudo foi muito “susse”.

Depois de uma busca frustrada por rastros da múmia no rio onde Myrmi a encontrou, voltamos pra casa com um pedacinho da roupa dela e mais nada. Começamos a procurar que nem gente: pela cidade! Fomos até a arena, afinal é ritual da guerra, da batalha! Mas, como foram só os ruivos, um deles não gostou muito de ver um não humano sendo jogado aos cães (literalmente). Só que lá a múmia não estava.

Como bons aventureiros que somos, fomos para onde? Taverna! Sempre ela! Todd e Dimitri começam um show de música por lá pra pagar a estadia. E enquanto os demais almoçam e amúsica rola. Rurik percebe que no meio da comida há veneno. Todos eles começam a passar mal e percebem o envenenamento. E vão tomar satisfações direto na cozinha. Lá, bando de cozinheiros amendrontados, ainda mais porque Myrmi esfregou um deles na parede.

Marx e Rurik sobem para os quartos (não querem esquentar a cabeça). Do lado de fora, na saida dos fundos Lauren cuida pra que ninguém fuja. E percebe alguém tentando enfeitiça-la. Um homem encapuzado corre ao perceber que a meio-elfa não cai em sua magia de sono, mas é pego por uma esfera de brumas conjurada por Marx da janela do 2º andar. Como a captura deste homem gera grande tumulto a policia chega e o leva sem termos tempo de interrogá-lo.

Procuramos pessoas na cidade que tenham visto alguém parecido com Akmat ou Hyde, ou até mesmo mebros da Ordem Eterna, mas temos poucas pistas.

Em determinada noite, com o prazo apertando cada vez mais, conseguimos encontrar membros da Ordem Eterna em uma estalagem. Eles foram observados se locomovendo para a borda da cidade. O problema é que enquanto Dimitri, Lauren (e Rocky) seguem os indivíduos, eles são descobertos e detidos em uma rua por uma magia que impede pessoas de moral diferente de prosseguir, (Barrando tendências diferentes), assim acabam perdendo a única pista que tinham.

Esse jogo de “Onde está o Wally?” continuou até resolvermos usar nosso novo integrante no plano. Myrmi, no outro dia, vai até a ponte onde a Múmia tinha marcado para caso ele aceitasse a oferta de “emprego”. Lá enquanto o grupo espreita, um outro assassino tenta matá-lo. Mas é capturado e Dimitri usa seus poderes de sangue vampiro para dominar sua mente e obrigá-lo a ir conosco.

A partir daí tudo fica mais fácil. Craudionor entrega localizações e checamos casas na cidade que abrigavam pessoas, parte dos planos do ritual.