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Elfos felizes e saltitantes – II de II

9 / agosto / 2008 2 comentários

Numa viela Dimitri aguarda que alguém esteja descuidado esta noite. Ele nocauteia um elfo com o cabo da espada. Arrasta seu corpo para um beco e começa a se alimentar de seu sangue quente. Desta vez o sangue parece melhor. Talvez seja o tempo que esteve sem se alimentar, talvez o sangue élfico seja realmente bom, ele não sabe. A única coisa de que tem certeza é que desta vez o sangue escorre por sua garganta e o aquece, sentindo um prazer do qual nunca havia experimentado…
(Ou seja, Dimitri: Nível de Poder 1)

Quando retorna o dhampir esbarra na porta, fazendo com que a espada produza barulho, que acorda alguns. Ele disfarça e acende a luz, arrasta uma cadeira e senta examinando a esma, como se não se importasse que alguém o visse com ela, não tivesse feito nada errado. No entanto Rurik sente cheiro de sangue e diz: “Eu não sei o que você fez de errado, agora devolva a espada onde você a pegou”.

Enquanto os dois conversam, Lauren acorda com todo o barulho. Ela fica atenta aos barulhos que vem de fora de seu quarto, ao ponto de perceber que alguém está andando em volta dele. Ela veste uma capa e pega a espada de seu pai. Mas ao abrir a porta não vê nada. Ao menos não antes que uma voz saia da escuridão e se deixe detectar.

“Eu não sabia que iria encontrar companhia tão bela aqui”, Alanor , o elfo que levou Dimitri para festejar anteirormente, diz saindo das sombras. A meio-elfa desconfia do estranho como sempre, e exige explicações. Ele ignora e bate a porta de Dimitri para convidá-lo para outra festa. Os demias, como Rurik e Todd também resolvem participar. Apenas aqueles que necessitam descançar para utilizar suas magias no dia seguinte permanecem.

Lauren diz que não tem interesse em acompanhá-los, as espera que o grupo saia, para seguí-los em segredo. Victor sabe disto e a vigia através de uma magia (status), mas acaba dormindo com o avançar da noite.

Mais uma vez Dimitri encontra a clareira onde os elfos se reunem para dançar, comemorar, beber e namorar. O mesmo lugar que esconde segredos. Perto da clareira mais uma vez podem ser vistas formações de pedras, que possuem inscrições aparentemente mágicas, numa lingua que mantém algumas características élficas.

Tudo ocorre como antes. Bastante bebida e dança. E de novo, todos os que não são elfos caem exaustos e bêbados. E, como ninguém mais pode vê-los, os elfos começam a dançar de forma diferente. Eles começam a desaparecer nas sombras , reaparecendo em lugares opostos. Lauren que observa entre as árvores fica impressionada. Além de ocultarem-se muito bem, possuem a habilidade de se locomover pelas sombras num piscar de olhos.

Ela esquece que está ali para garantir a segurança dos demais e senta-se perto da fogueira. Ela é convidada para dançar, mas está mais ineressada em saber como eles podem saltar nas sombras daquele modo. Ela pergunta se ele (Alanor) é capz de ensiná-la a fazê-lo e ele afirma que sim. Lauren dança com ele, até ficar exausta também, e mesmo não experimentando de sua bebida, cai no sono.

De manhã, os três homens acordam. Dimitri encontra a mochila de Lauren e vê Rocky por ali. Rurik identifica a mochila e também entende que o guaxinim tenta mostrar algo. Ele vai a té a parede de uma caverna e raspa com as garras, indicando que Lauren está lá.

O bárbaro corre até a estalagem para chamar os demais…

Enquanto Lauren acorda em uma cama, com uma camisola que não é sua, num quarto muito bonito e que também não é o seu…

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Elfos felizes e saltitantes – I de II

9 / agosto / 2008 3 comentários

O dia amanhece escuro e frio. As árvores colaboram bastante para isso. O grupo todo acorda um tanto desanimado, efeito deste lugar. Cada um pensa no seu passado e seus problemas o que os deixa muito distraídos.
Para completar o desânimo, eles encontram em meio à floresta uma cidade cinza de apatica. A cidade de Kar-thor não os recebe bem, na entrada elfos conversam com Lauren e Rurik (na verdade Rurik não entende o dialeto élfico). Estamos a leste de Har-thelen, precisamos de mantimentos e um lugar para descançar.
Quando o bárbaro e a ladina voltam buscar os outros na estrada, Lauren e Victor caem no assunto do porque ele tinha de vir para Sithicus (Terra dos Espectros, no dialeto local) realmente: Para encontrar um Cavaleiro da Rosa, Lord Soth, Grão-mestre da Ordem de Solanmia. Ele ainda assusta mais o grupo dizendo que os elfos ali são maus e que não os tratarão bem, o que de fato acontece.

Andando na frente do grupo à cavalo, Lauren tenta identificar uma estalagem. Ela é então abordada por um humano (o único visto por ali). Trata-se de Dimitri querendo arranjar algumas moedas como guia pela cidade. Ele acaba convencendo e ganha o seu almoço pela estalagem indicada. Na mesa da estalagem o grupo é muito mal atendido. A comida demora e vem fria, todos os elfos são atendidos antes, e cobram muito caro pelos pratos ruins. Obviamente os elfos odeiam a todos que estão ali.

A meio-elfa que paga pela refeição reclama do preço, então quando vai para a mesa para pegar suas coisas e sair, percebe que Rocky afanou a bolsa de alguém. Ela dá um jeito de se livrar dela mais tarde, o que eles menos precisam agora é motivo para que os elfos comecem a enxotá-los dali.

Para saber melhor sobre este reino, Dimitri guia a todos para a biblioteca. Lá Victor aprende novas magias, como a de Cópia. Dimitri adquire conhecimento histórico sobre o lugar (sabendo assim que Alanor é da linhagem real, do seu irmão o Rei Lantharolan, e que está desaparecido há anos. Sabe também que outro dos “festeiros”, Kaladon escreveu muito sobre os Ritos e Lendas locais). Lauren faz uma cópia do mapa da Região e do Núcleo (sabendo agora a direção de onde vieram e a direção dos caminhos até a Falkovnia).

Enquanto aguardam aqueles que querem copiar algo do interior da biblioteca, Dimitri e Todd conversam sobre como é estranho o céu de Sithicus. Todd dizia que há uns poucos anos atrás, surgiu uma lua branca e uma vermelha, elas se “eclipsaram”, formando o que os elfos nativos chamam de “O Olho”. Nessa mesma noite, a fortaleza de Soth colapsou e desmoronou, ficando no meio de um precipício que se abriu no local, após isso o “Olho” se desfez e apenas a lua branca ficou no céu, como no resto do Núcleo. Há pouco tempo, no entanto, a lua branca desapareceu completamente, deixando apenas um espaço negro no céu, como era antigamente.

Já é tarde, então procuramos um lugar para dormir. Numa estalagem, conseguimos quartos separados dos demais clientes. Obviamente sua qualidade é muito inferior, mas vem a calhar eles estarem em uma meia-água separada do prédio principal.

Dimitri espera que todos se ajeitem e durmam, então pega a espada que Rurik carregava e observava, a qual parece ter algum encantamento (a espada de Hans). Ele , por sua natureza necessita de se alimentar de sangue fresco. Então na surdina sai de seu quarto para encontrar uma vítima. Entretanto, antes de sair da estalagem, Dimitri observa Victor, obviamente tentando se escoder no escuro, agaixado num canto falando com alguém. Ele chega mais perto e percebe que o homem estranho segura uma cabeça nas mãos. Ele decide que não vai se intrometer com o estranho e nem julgar suas práticas e parte para fazer algo mais importante…